Categoria: Geral

Cultura organizacional: o que muitos não sabem.

A Cultura organizacional é um dos temas mais admirados na gestão das empresas. Todavia, infelizmente, não é tão bem compreendido quanto se deveria.

O que você entende por cultura organizacional? Essa é, talvez, uma das perguntas mais frequentes quando se conversa sobre o assunto. E o objetivo da pergunta se justifica. Afinal, cada indivíduo tem seu próprio entendimento a respeito.

Entretanto, analisar a origem do termo é fundamental para uma boa compreensão de sua importância.

Compreendendo o conceito de cultura organizacional

Conceitualmente, trata-se de um conjunto de crenças, valores e ações de uma organização, em relação aos objetivos pretendidos e a sua razão de existir. É a forma como a empresa conduz o seu negócio.

Nesse sentido, compreende-se que a cultura é moldada e construída dentro da organização, a partir do compartilhamento de ideais aceitos pelos membros que a compõem.

Contudo, deve sempre ser considerado como parte integrante dessa cultura, o cliente, assim como as estratégias definidas para atrair, conquistar e reter cada um desses membros.

O cliente como parte da cultura organizacional

O cliente, assim como, fornecedores, colaboradores e demais stakeholders, devem estar alinhados ao que se pretende em termos de objetivos organizacionais.

Todavia, o cliente é, efetivamente, o foco, em termos de estratégia competitiva e parte integrante da cultura da empresa.

A cultura como parte da estratégia

Desse modo, não se pode jamais desprezar a cultura organizacional, quando da elaboração da estratégia. Assim, nesse aspecto, o conjunto de crenças, valores e ações voltadas para o negócio devem considerar, sobretudo, o cliente, como parte essencial da cultura organizacional.

Sem a cultura não há missão e nem valores

A missão, a visão e os valores das empresas estão diretamente ligados a sua cultura organizacional, e muitas vezes podem determinar o sucesso ou o fracasso da organização.

Enfim, ao distingui-la, considere o que o seu cliente espera de seu produto ou de seu serviço. Avalie se há uma sintonia em termos de crenças e valores.

Sabe-se que muitas empresas perdem clientes por razões que nem sempre estão atreladas a preço ou qualidade do produto e sim a um conjunto de crenças e valores incompatíveis.

Portanto, se a cultura organizacional da empresa não representa as crenças ou valores de seus clientes, por certo os perderá. Não há missão que resista a essa incompatibilidade.

A difícil arte de ser um “original”.

Ser ou não ser original? Eis a questão. “Originais: como os inconformistas mudam o mundo” é o título em português do livro de Adam Grant.

O livro “Originals” é um best seller bastante elogiado por autores, críticos, editores, empresários e uma série de pessoas mundo afora.  Porém, cabe a indagação: o que desperta tanto interesse nesse livro?

A resposta, obviamente, está no título da obra e é a partir daí que se busca na leitura dos capítulos a compreensão do que realmente significa ser um “original”.

Nesse sentido, o livro do Professor e pesquisador Adam Grant investiga e apresenta relatos de pessoas “originais” e como elas se comportam em relação a certas imposições do mundo e da sociedade.

Criatividade e inovação para os “originais”

Assim, o livro traz uma rica investigação sobre a criatividade e inovação. Nesse contexto, o autor discorre sobre o que torna possível a originalidade e em quais contextos ela floresce. Do mesmo modo, busca apresentar de que modo o comportamento está por trás da criatividade, da subversão, da inconformidade. Por fim, quais tendências culminam em originalidade.

O ponto mais determinante do livro está na inconformidade. Desse modo,  trata da chave da originalidade. Ou seja, justamente a subversão e a desobediência.

Segundo o que se depreende do livro, Originais são indivíduos que não se adaptaram as regras do jogo e com isso mudaram a forma de jogar e influenciar o mundo.

A dificuldade de ser um “original”.

A maior dificuldade, em princípio, está na decisão de nadar contra a corrente. Em uma sociedade cada vez mais apta a aceitar modelos prontos e fazer deles referência de vida, a originalidade passa longe.

Dessa maneira, o ímpeto por mudar o mundo tem uma oposição clara: a conformidade e inércia. Sentimentos opostos que vivem em um único indivíduo. Ou seja, estar entre um desejo do novo, e uma tendência por conservar a vida como ela é.

Contudo, assumir-se enquanto um “original” exige maturidade e auto conhecimento. Sobretudo, perseverança. Assim, é preciso saber o momento de se calar ou de intervir.

Enfim, ler o livro de Adam Grant é um exercício de auto conhecimento. Mesmo que não queira, o leitor se identifica como sendo ou não um original. O resultado é surpreendente.

Saiba mais: https://nutriciencia.com.br/originais/

Gestão de RH: um percurso histórico.

A gestão de RH, ou gestão de pessoas, como o próprio nome já diz, trata do gerenciamento dos recursos humanos dentro de uma organização.

Sempre que nos referimos a organização, necessitamos entender esse termo sob dois aspectos.

O sentido da organização

O primeiro aspecto a ser considerado se refere ao sentido de ordem. Ou seja, estabelecer ordem para as coisas. Um lugar para cada coisa, cada coisa em seu lugar. Pessoas certas nos lugares certos.

Assim, o segundo aspecto é a organização no sentido de grupo. Grupo é a reunião de pessoas com objetivos comuns. Em todo grupo ou reunião de pessoas é comum a figura do líder. Portanto, se há líder, há seguidores.

Nesse sentido, considerando esses aspectos, já se pode inferir que a gestão de pessoas abrange os dois sentidos do termo organização. Contudo, a reflexão gira em torno de quando isso começou.

Primórdios da gestão de RH

Numa análise mais simplória é possível afirmar que desde os primórdios da humanidade. Entretanto, isso se deve à necessidade do ser humano se organizar em grupos. E o faz, para realização de tarefas mais complexas. Ou seja, aquelas necessárias a garantia de subsistência do próprio grupo.

Todavia, a abordagem científica em torno do assunto ocorreu somente após a revolução industrial. Desse modo, o marco histórico começa com os primórdios da administração científica.

Porém, é com a teoria das relações humanas, a partir dos trabalhos de Elton Mayo, que houve uma preocupação maior com os fatores comportamentais. Desse modo, buscou-se entender como tais fatores são capazes de interferirem na capacidade produtiva do indivíduo e afetar a produtividade do grupo.

Daí em diante surgiram uma série de novas abordagens dedicadas à administração de pessoas. Com isso,  as novas abordagens passaram a figurar no rol dos ensinamentos da administração.

Melhor gestão de pessoas por maiores resultados

Enfim, desde os primórdios até os dias de hoje, a gestão de pessoas analisa comportamento de indivíduos nas organizações, em relação a sua capacidade produtiva para gerar resultados.

Porém, seja com maior uso do poder de coação, ou uma maior empatia no trato com as pessoas, o fato é que se tem em mente apenas a busca de um maior comprometimento para a obtenção de melhores resultados para a organização.

Quero vender minha empresa. E agora?

É possível que você, principalmente microempresário já tenha feito essa indagação. Quero vender minha empresa. E agora?

Anda mais se considerarmos o atual período de pandemia, crise, recessão, fechamento de empresas e outras tantas mazelas.

Entretanto, a opção de vender uma empresa não necessariamente é em razão de alguma crise. Fatores simples como mudança de sócios, venda de cota acionária, mudança de cidade, doença e uma série de outras situações determinam essa necessidade.

Assim, uma vez surgida a necessidade de vender uma empresa, algumas coisas precisam ser consideradas. Uma delas se refere à estipulação do valor de venda.

Para tanto, não basta considerar valores sentimentais referente ao negócio que muitas vezes representa a realização de um sonho. O nome disso é valuation e consiste na aplicação de técnicas para atribuir preço a um determinado negócio.

Com esse objetivo há uma série de empresas e profissionais especialistas em determinar o valor de um negócio baseado em critérios puramente técnicos.

Porém, há necessidade de dar publicidade a esse “quero vender minha empresa” e isso requer cautela. Deixar vazar informações sigilosas ou mesmo identificar a empresa que está a venda pode comprometer a saúde do negócio e prejudicar a negociação. Desse modo, exige-se cuidado com a divulgação de determinadas informações. Há no mercado diversos sites especializados em anunciar negócios envolvendo compra e venda de empresas.

Por fim, é sempre bom contar com o assessoramento dos corretores de negócios (brokers), intermediários do processo de venda. São profissionais com extensa rede de relacionamentos, capazes de colocar à mesa comprador e vendedor para que a negociação de realize.

Contar com o apoio e assessoramento desse tipo de profissional além de facilitar a negociação permite às partes continuarem com seus demais negócios em andamento dentro de um fluxo normal. Ou seja, mantendo o foco na sua missão.

 

 

América latina e a década perdida.

O presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), o colombiano Luis Alberto Moreno,  fez um importante alerta sobre a crescente possibilidade de uma década perdida na América Latina. Isso, evidentemente, devido à pandemia do coronavírus.

Nesse sentido, Moreno, que em 30 de setembro deixará o cargo após 15 anos no BID, principal fonte de financiamento para o desenvolvimento da América Latina e do Caribe, afirmou que a dívida será um tema para a recuperação da região. Segundo ele, a região concentra cerca de um terço dos casos de covid-19 do planeta.

Diante disso, salientou sobre outra década perdida na América Latina, ocorrida anos 1980. À época, a região se viu obrigada a apertar os cintos para cumprir com os pagamentos da dívida com entidades internacionais.

Todavia, Moreno explicou que anos depois, durante a crise financeira de 2008, a relação dívida/PIB na América Latina era de pouco menos de 40%.

A maioria dos mercados emergentes foram os responsáveis por impulsionar o crescimento da economia mundial.

Contudo, a situação é muito diferente agora. Além da contração do PIB em todo o mundo, a região está mais endividada.

A relação dívida/PIB “estava em cerca de 58% no início do ano passado”, disse o presidente do BID, que projetou que “poderia chegar a 75% nos próximos 18 meses”.

Enfim, diante desse cenário, as economias dos países latino-americanos terão de desenvolver novas estratégias para salvar a região. Portanto, espera-se dos governos desses países implementarem soluções de curto, médio e longo prazo.

A ordem deverá ser, novamente, apertem os cintos. Quem viver verá!

Fonte: Presidente do BID alerta sobre década perdida na América Latina por covid-19

Gigante do ramo alimentício investe R$ 45 milhões em inovação.

O termo inovação sempre foi muito associado a períodos de crise, muito em razão da necessidade de se reinventar e sobreviver à situação de turbulência.

As turbulências no mundo dos negócios, de tempos em tempos, sinalizam para as organizações a necessidade de se atualizarem e rever portfólios de produtos ou serviços.

Assim, em nome da competitividade e, mais especificamente, da sobrevivência em mercados turbulentos, a estratégia é adotar políticas de inovação.

Nesse sentido, busca-se como soluções de curto a médio prazo, o desenvolvimento e aprimoramento de produtos ou serviços, aproveitando as oportunidades de mercado.

É o que ocorre por exemplo com a Nestlé, uma gigante do setor alimentício, que investiu R$ 45 milhões de reais em plena pandemia, na divisão de leite condensado.

A estratégia, focada em produto, aproveitou o período de isolamento social, em que as famílias tiveram que cozinhar em casa.

Desse modo, investiu em contratações, publicidade e lançamento de novos produtos, dobrando assim, o número de lançamentos para o ano.

Contudo, não foi apenas isso. Para a marca de leite condensado, por exemplo, houve ampliação da variedade de opções com vistas a captura de novos mercados de consumo. Um outro fator estratégico foi a produção de conteúdo, tendo como foco receitas de pratos caseiros, como por exemplo o bolo de cenoura.

Enfim, pode-se dizer que a estratégia adotada foi bastante adocicada em tempos amargos de pandemia, que contribuiu para aumentar boa parcela de seu faturamento.

Saiba mais: Nestlé investe R$ 45 milhões em divisão do leite condensado Moça | Exame

Portfólio: novas atualizações.

Portfólio, atualização executada com sucesso.

Em meio a tanta coisa que aconteceu e outras tantas, talvez a maioria, que não aconteceram nesse ano de 2020 até agora, torna-se prudente atualizar portfólios.

Desse modo, é possível rever ações, estratégias, metas e até mesmo objetivos para o futuro que se avizinha no período que se espera ser de pós pandemia.

Assim, ancorados na ideia do novo normal muitas pessoas estão revendo modos de vida, modos de trabalho e modos de convivência social.

Portanto, não se pode esperar outra coisa de quem se dedica ao desenvolvimento e aprimoramento de competências, tal qual se expressa através de seu slogan, a OR Soluções.

Nesse sentido, a partir desta data está vigorando o novo portfólio. Com nova redação, mais simples e mais objetiva. Está baseado em ações que vem sendo desenvolvidas no decorrer do ano.

Contudo, cabe ressaltar as dificuldades impostas em razão da pandemia, fato que impele a muitas empresas redução drástica de seus custos e investimentos.

Todavia, melhor do que lamentar as dificuldades é procurar inovar e apresentar soluções que possam agregar valor aos negócios e aos potenciais clientes.

Enfim, quando se estabelece a missão de desenvolver e aprimorar competências, a lição de casa precisa ser feita. O importante é servir de exemplo para demais empresas e instituições.

A inovação do portfólio tem por base evidenciar as ações efetivas que vem sendo realizadas desde março. Nesse contexto, são o carro chefe, as atividades de intermediação de negócios. Na mesma linha seguem as ações de assessoramento a projetos culturais e esportivos.

 

Enquanto a bola não rola, o futebol do MB está na base.

O futebol do MB está na base

A volta do futebol, com estádios cheios e torcida animada, ainda parece distante de acontecer em razão da pandemia. Apesar disso, o futebol do MB segue em preparação.

Iniciativas ainda tímidas de retorno às atividades futebolísticas começam a ocorrer em várias partes do Brasil.

Entretanto, ainda há muita incerteza sobre a volta do futebol e o medo de contaminação sobressai nas conversas a respeito do tema.

Enquanto isso, alguns clubes ou projetos de formação em categorias de base iniciam seus treinamento e jogos amistosos com vistas a se prepararem para a volta às competições.

É o caso por exemplo do futebol do MB Esporte que é apoiado pela OR Soluções e realizou amistoso na semana que passou.

Na ocasião, a equipe do professor Manoel Bento, saiu vencedora. pelo placar de 3 x 2 no tempo disputado com a equipe titular.

Assista o vídeo abaixo contendo uma matéria sobre o evento. Aproveite para se inscrever no canal e acompanhar as novidades.

Atenção atletas de todo o Brasil que desejam uma oportunidade de mostrar seu talento. Há parcerias entre a OR Soluções e diversos projetos de formação de atletas de base.

Oportunidades também para treinadores de futebol. Mais informações pelo contato@orcoaching.com.br.

Lei Rouanet: projeto aprovado, a hora é de captar.

A Lei Rouanet, assim como é popularmente conhecida, sobretudo no meio cultural é uma lei federal (Lei 8.313/91) de incentivo a cultura.

As diretrizes da lei encontram-se estabelecidas na instrução normativa 02 de 23/04/2019. Referida instrução traz as orientações e condições para a obtenção de incentivo fiscal em patrocínios e doações para projetos culturais.

Em que pese as profundas mudanças ocorridas na lei Rouanet, no atual governo, limitando o valor de captação ao teto de 1 milhão de reais é ainda um importante incentivo à cultura.

My father is the wall

A OR Soluções vem desde a segunda metade de 2019 assessorando projetos na área visando a captação de recursos por meio de patrocínio ou doações.

Nesse sentido, um dos mecanismos é o assessoramento, elaboração e acompanhamento de projetos, tanto na área do esporte como também na cultura.

Os projetos são direcionados tanto para a captação de recursos por meio de verba direta ou por leis de incentivo nas esferas, municipal, estadual ou federal.

Com satisfação obtivemos a provação de mais um projeto com assessoramento da OR Soluções. Trata-se do projeto de lançamento da banda de heavy metal “My Father Is The Wall”, sediada em Goiânia.

Por meio da portaria 435/20 publicada no DOU de 23/06/2020, o projeto foi enquadrado no artigo 26 destinado a música popular cantada.

Assim, torna-se possível a captação de recursos por meio de doações ou patrocínios que garante ao apoiador, seja ele pessoa física ou jurídica, abatimento do valor investido nos débitos de imposto de renda.

Deseja saber mais sobre projetos culturais, esportivos e os segredos para captação de recursos? Entre em contato conosco.

Centenário esporte clube: o azulão vai voar.

O Centenário

Centenário Esporte Clube é uma agremiação de futebol localizada no sertão do seridó, com sede na cidade de Parelhas no Rio Grande do Norte.

O clube foi fundado em 19 de janeiro de 1956 e nos anos 80 exerceu a supremacia futebolísitca naquela região, sendo considerado o papão de títulos no futebol de campo.

Em 2019 o clube se filiou à Federação Norte-rio-grandense de futebol para a disputa da segunda divisão do campeonato daquele estado.

Conhecido como o azulão do Seridó, o Centenário Esporte Clube desenvolve atividades para categorias de base visando a formação de atletas.

O clube pretende disputar as competições da divisão de acesso do campeonato potiguar.

A proposta é buscar o acesso a primeira divisão local e se firmar para as disputas em nível nacional em futuro próximo.

Entretanto, as atitivades esportivas seguem paralizadas em muitas regiões do país, por causa da pandemia.

Nas regiões onde já se percebe o retorno de atividades esportivas estas seguem sem público. Estádios vazios e um grande protocolo a ser cumprido é um dos cenários desta fase de enfrentamento da pandemia.

Enfim, com todas as dificuldades ainda há que se considerar a falta de recursos para bancar projetos que sustentem, por exemplo, a formação de atletas.

Nesse sentido, buscar captar recursos é o grande desafio pra essas pequenas agremiações que tem por objetivo contribuir para a realizçãodo sonho de muitos jovens, no futebol, por exemplo.