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Lobisomem: encantos do sobrenatural.

A lenda do lobisomem atravessa séculos e culturas, mantendo-se como uma das narrativas mais intrigantes do imaginário popular. Misturando medo e fascínio, ela desperta a curiosidade por representar a fronteira nebulosa entre o homem e a fera, o racional e o instintivo. Em muitas regiões do Brasil, especialmente no interior, histórias sobre encontros com lobisomens ainda circulam de boca em boca, ganhando novas versões a cada geração.

Há relatos que remontam ao período colonial, quando viajantes e sertanejos afirmavam ter visto criaturas peludas, de olhos vermelhos e uivos cortantes, vagando à luz da lua cheia. Em cidades pequenas, casos de “aparições reais” ganharam fama, como o de um vilarejo mineiro nos anos 1970, onde moradores afirmaram ter perseguido uma figura monstruosa que saltava muros com agilidade sobre-humana. No interior do Paraná, na década de 1990, uma série de ataques a galinheiros e animais de criação foi atribuída a um lobisomem, levando até a organização de vigílias noturnas.

Um caso recente, relatado em um vídeo documentário disponível no YouTube, que pode ser conferido abaixo, narra uma “caçada” ao lobisomem em uma região do interior de São Paulo, em Várzea Paulista.

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O encanto da lenda reside também na sua carga simbólica: o lobisomem é a representação do lado selvagem que o ser humano teme, mas ao mesmo tempo deseja compreender. Ele mistura o proibido, o sobrenatural e o trágico, pois a transformação geralmente é vista como uma maldição. Seja pela atmosfera sombria das noites de lua cheia, pelo mistério das supostas aparições ou pelo suspense que envolve suas histórias, o lobisomem continua vivo não apenas nas narrativas folclóricas, mas na imaginação coletiva, onde medo e fascínio caminham lado a lado.

Foi nesse contexto que quatro escritores brasileiros se reuniram em uma antologia de contos para apresentar histórias relacionadas ao encanto dos lobisomens. Denis Nishimura, Eliana Baumam, Orlando Rodrigues e Paulinho Dhi Andrade, cada um com sua característica narrativa, prometem assustar, arrepiar, emocionar e até arrancar risadas (mesmo de nervoso) com suas histórias.

O livro publicado pela Letras Virtuais Editora pode ser adquirido diretamente com seus respectivos autores.

A batalha das Ardenas. O filme.

Na noite desta segunda-feira, 11 de agosto de 2025, a plataforma ORTVWEB, em parceria com a Rede UTV, apresentou o filme A Batalha das Ardenas, uma produção que revive um dos confrontos mais sangrentos e estratégicos da Segunda Guerra Mundial. A exibição fez parte de um especial sobre filmes de guerra, atraindo cinéfilos e entusiastas de história para uma transmissão simultânea em todo o Brasil.

Sinopse:

Ambientado no inverno de 1944, o longa acompanha os dramáticos acontecimentos da última grande ofensiva de Adolf Hitler contra as forças aliadas, conhecida como Batalha das Ardenas. Em meio a nevascas implacáveis e terrenos traiçoeiros, soldados aliados e alemães travam um combate desesperado. Enquanto comandantes elaboram estratégias arriscadas, homens comuns enfrentam o frio, a fome e o medo da morte iminente. O enredo alterna cenas de ação intensa com momentos de reflexão sobre coragem, lealdade e o preço da guerra.

Ficha Técnica:

  • Título original: Wunderland
  • Direção: Steven Luke
  • Produção: Screen Media Films
  • Roteiro: Steven Luke
  • Gênero: Guerra / Drama Histórico
  • Duração: 85 minutos
  • Ano de Produção: 2018
  • País: Estados Unidos

Elenco:

  • Tom Berenger como Coronel Doug Reisman
  • Steven Luke como Soldado Clarence Smoyer
  • Mikeal Burgin como Soldado Daniels
  • Aaron Courteau como Sargento Lance
  • Apostalidis Totsikas como Capitão Gessler

Curiosidades:

  1. Grande parte das filmagens ocorreu em locações com neve real, para preservar a veracidade das condições enfrentadas pelos soldados.
  2. O ator Tom Berenger, veterano de filmes de guerra como Platoon, aceitou o papel pela oportunidade de revisitar o gênero sob uma nova perspectiva.
  3. A produção fez uso de tanques e veículos militares autênticos da época, cedidos por colecionadores e museus.
  4. Embora seja um filme independente, A Batalha das Ardenas se destaca pelo cuidado histórico na reconstituição de uniformes, armamentos e diálogos militares.
  5. O diretor Steven Luke também atua no longa, equilibrando funções na frente e atrás das câmeras.

Trailer do filme com legendas.

Com cenas tensas, fotografia gelada e atuações intensas, A Batalha das Ardenas chega na ORTVWEB em uma parceria inédita com a Rede UTV, que gentilmente cedeu os direitos de exibição do filme, reafirmando o compromisso das plataformas em oferecer conteúdos de qualidade que unem entretenimento e memória histórica.

Outros filmes em parceria

Além de A Batalha das Ardenas há outros títulos, todos em versão dublada, compondo a playlist da ORTVWEB. Ente eles: A flor mortal e A filha do mosqueteiro. Outros títulos relacionados a essa parceria serão disponibilizados em breve.

A playlist da ORTVWEB é transmitida em looping e o público pode ter acesso aos conteúdos em vários dias e horários diferentes.

 

 

 

Armadilhas da monetização na internet: servidão ao servidor.

No cenário digital contemporâneo, a promessa de liberdade financeira e autonomia por meio da internet tornou-se um mantra sedutor. Plataformas de vídeo, redes sociais, aplicativos de transporte, vendas online e marketplaces de conteúdo propagam a ideia de que qualquer pessoa pode “viver do próprio talento” e “trabalhar para si mesma”. No entanto, por trás desse discurso motivacional, escondem-se estruturas que, na prática, lembram as mais sofisticadas formas de servidão do século XXI.

Os sistemas de monetização online são, muitas vezes, moldados para prender criadores e prestadores de serviço em uma engrenagem que se retroalimenta. A remuneração é calculada por algoritmos opacos, cujas regras mudam sem aviso, tornando o trabalho imprevisível e a renda instável. O criador de conteúdo passa a ser refém de métricas como curtidas, visualizações e tempo de retenção — métricas que, mais do que medir qualidade, ditam o que pode ou não ser produzido.

A lógica é simples e perversa: quanto mais horas você dedica, mais a plataforma lucra. No entanto, seu ganho individual não cresce na mesma proporção. A pressão constante para “postar mais”, “produzir sem parar” e “seguir as tendências” se transforma em uma corrida sem linha de chegada, na qual o esgotamento físico e mental é quase inevitável.

Em muitos casos, as plataformas detêm controle total sobre o acesso ao público. Um simples ajuste no algoritmo pode invisibilizar anos de trabalho, reduzindo drasticamente o alcance de quem depende daquele canal para viver. É uma relação de poder desigual, em que o “empregador” não aparece, mas está presente em cada linha de código.

Assim como na escravidão de épocas passadas, existe aqui um controle sobre o tempo, a energia e a criatividade do trabalhador, embora disfarçado de oportunidade. A diferença é que agora a corrente não é de ferro, mas de dependência tecnológica e financeira.

A promessa de liberdade na economia digital muitas vezes se revela uma ilusão cuidadosamente construída. Em vez de emancipar, prende. Em vez de remunerar de forma justa, explora. No século XXI, a escravidão ganhou novas vestes: é pixelada, gamificada e hospedada em servidores na nuvem.

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Pacto entre canalhas. O combinado não é caro.

Em um universo onde as sombras da moralidade se entrelaçam com segredos inconfessáveis, Pacto Entre Canalhas conduz o leitor por um labirinto de dilemas éticos, traições e acordos de consequências devastadoras.

A narrativa, repleta de suspense e reflexões filosóficas, acompanha personagens que transitam por caminhos tortuosos, carregando culpas e arrependimentos, enquanto desafiam os próprios conceitos de justiça e redenção.

Entre pactos silenciosos e escolhas que ecoam através do tempo, a trama questiona os limites entre o que somos e o que estamos dispostos a sacrificar para alcançar nossos objetivos.

Em um jogo de poder, lealdade e manipulação, a história nos lembra que a humanidade não é definida apenas pela luz que buscamos, mas também pelas sombras que carregamos.

Essa é a sinopse do livro de autoria do escritor goiano, radicado no interior de São Paulo, na cidade de Tatuí, Orlando Rodrigues, uma adaptação do roteiro homônimo do cineasta Luiz Cesar Rangel, cujo filme, em sua primeira versão, brevemente estará disponível nas plataformas de streaming.

Pacto entre canalhas. O combinado não é caro.

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O livro é uma publicação da editora Letras virtuais e pode ser adquirido na versão impressa diretamente com o autor e em ebook na Amazon, clicando aqui.

Já o filme, conta com um remake, cujas filmagens foram realizadas na cidade de Jundiaí em São Paulo entre os dias 27 de julho e 01 de agosto deste ano de 2025, ainda sem previsão de lançamento, e é produzido, dirigido e protagonizado por Luiz Cesar Rangel, nas duas versões.

O remake de Pacto entre canalhas: o combinado não é caro conta com produção executiva de Orlando Rodrigues e tem em seu elenco nomes como Deo Garcez, Socleson Dantas, Michela Giarola, Eduardo Fortes, entre outros convidados.

Livro e filme são produções independentes. Embora contem com projetos aprovados por meio da Lei do audiovisual e Lei Rouanet, aguardam apoio e patrocínio por meio dessas Leis de incentivo.

Pessoas Físicas e jurídicas podem se beneficiar com abatimento entre 4 e 6% no valor do imposto de renda devido, dos valores investidos nas demais fases desses dois projetos. Afinal, o combinado não é caro.

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Agonia: um filme de tirar o fôlego. – ANEE CULTURA

Aconteceu na noite de ontem (28/07) a exibição do filme Agonia de Luiz Cesar Rangel, associado da ANEE, na sala de exibição São Paulo Minas no Espaço Expressa, na cidade de Jundiaí em São Paulo.

O filme aborda de maneira original e surpreendente a questão da saúde mental, principalmente o burnout, com cenas e diálogos que parecem terem sido copiados das mentes e almas de quem o assiste e se vê representado em vários momentos do filme que prende atenção do público do início ao fim.

Com atuações magistrais de Diogo Savalla, Anelise Caldini, Luiz Guilherme, Miguel Nader e uma marcante atuação de Soclesom Dantas, ator e dançarino residente em Jundiaí e participações muito especiais de Lopes Dilo, Michela Giarola, Eduardo Fortes, entre outros convidados, Agonia é de tirar o folego, provocar risos, lágrimas e ainda despertar um senso de autocrítica em quem assiste sobre comportamentos abusivos, relações tóxicas e tantas outras perturbações da mente, preconceitos e outros sentimentos que muitas vezes temos, mas, nem sempre admitimos, por achar que o erro está no outro.

A exibição especial em Jundiaí coincide com a pré-produção e início de filmagens de Pacto entre canalhas – o combinado não é caro de Rangel. Fazem parte do elenco do filme o próprio Rangel, Déo Garcez, Soclesom Dantas e grande elenco.

Pacto entre canalhas – o combinado não é caro conta também com o livro homônimo de autoria de Orlando Rodrigues – Presidente do Instituto ANEE cultura, a partir de uma adaptação do roteiro do filme para a linguagem literária que está prestes a ser lançado.

Soclesom Dantas brilha no filme Agonia com sua atuação marcante.

A arte e a cultura pulsam e como diz Rangel em seus filmes “Existimos, resistimos e persistimos”.

 

Origem: Agonia: um filme de tirar o fôlego. – ANEE CULTURA

Resenha da Trilogia “O Fio da Meada”

A trilogia O Fio da Meada, escrita por Orlando Rodrigues, é uma obra que atravessa os limites do suspense empresarial e mergulha no thriller político, até alcançar o território do fantástico e do apocalíptico. Dividida em três partes – Cores & Brilho, O Confronto e Além da Fronteira –, a série é conduzida por personagens complexos como Karina, Jonas, Luiza e Miguel, todos inseridos em tramas entrelaçadas por poder, corrupção, desejo e, mais adiante, mistério e elementos sobrenaturais.

Na primeira parte, somos introduzidos ao universo corporativo da empresa de pedras preciosas “Cores & Brilho”, comandada por Karina Lousano, uma jovem empresária que luta para manter a legalidade dos negócios diante de pressões de seu sócio Jonas e seus contatos suspeitos. Intrigas amorosas, corrupção no mercado de pedras preciosas e tensões entre sócios formam o pano de fundo de uma narrativa envolvente, marcada pelo suspense e pelo perigo iminente.

A segunda parte, O Confronto, apresenta a escalada dos conflitos e insinua a podridão que permeia os bastidores do poder. Aqui, surge Miguel, um ex-agente da Polícia Federal que atua como investigador particular e segurança de políticos. A obra ganha contornos de investigação criminal e thriller político, com atentados, tiroteios e conspirações em meio ao cenário de Brasília. O passado das personagens começa a se revelar e a trama se adensa, mesclando ação e erotismo de forma intensa e cinematográfica.

É na terceira parte, Além da Fronteira, que a narrativa atinge seu clímax insólito. Uma onda de eventos inexplicáveis se alastra pelo Brasil e pelo mundo: mortes misteriosas, pane nos sistemas de comunicação, comportamentos zumbificados e indícios de invasão extraterrestre. A realidade se distorce e a trilogia dá um salto de gênero, assumindo um tom de ficção científica e horror. A capital federal torna-se palco de caos, e os protagonistas se veem às voltas com segredos que ultrapassam o entendimento humano, questionando os limites do real e do imaginável.

Rodrigues conduz a trilogia com ritmo ágil e diálogos carregados de tensão. A linguagem, direta e cinematográfica, remete a thrillers contemporâneos e novelas investigativas. A transição entre os gêneros – do drama corporativo ao terror apocalíptico – surpreende, mas é feita de maneira gradual e consistente, demonstrando ousadia e criatividade.

O Fio da Meada é, acima de tudo, uma trilogia sobre as consequências do poder desmedido e das escolhas morais. Com cenas marcantes, personagens ambíguos e um desfecho aberto ao simbólico e ao fantástico, a obra se estabelece como um épico moderno de conspiração, erotismo, mistério e sobrevivência em tempos extremos.

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Guerra Tributária: Um Alerta para o Setor Criativo

Em um mundo cada vez mais globalizado, os reflexos de decisões econômicas e políticas ultrapassam fronteiras, afetando diretamente diversos setores — inclusive a cultura. Um dos fenômenos recentes que têm gerado apreensão entre analistas e gestores culturais é a intensificação da chamada “guerra tributária” entre países. Essa disputa, que envolve a oferta agressiva de incentivos fiscais para atrair empresas, investimentos e receitas, pode acarretar efeitos colaterais profundos para a produção, circulação e financiamento da cultura.

Na tentativa de conquistar sedes de multinacionais e garantir arrecadações volumosas, governos reduzem impostos corporativos de forma unilateral, alimentando uma competição que, ao longo do tempo, pode corroer a base tributária global. Com menos recursos disponíveis nos cofres públicos, áreas historicamente subfinanciadas, como a cultura, tendem a sofrer cortes ainda mais severos. Projetos audiovisuais, bibliotecas públicas, museus e programas de fomento à literatura e às artes podem ser drasticamente impactados.

Outro ponto crítico diz respeito à desestabilização dos mecanismos internacionais de apoio à cultura. Com o enfraquecimento de tratados multilaterais e a migração de empresas criativas para paraísos fiscais, muitos países perdem receitas que poderiam ser investidas em políticas públicas culturais. A concentração de capital em determinados polos globais também pode gerar desequilíbrios na distribuição de produtos culturais, enfraquecendo a diversidade artística e favorecendo a hegemonia de conteúdos de países economicamente mais fortes.

No âmbito local, as tensões tributárias podem levar governos a rever isenções e incentivos fiscais oferecidos a agentes culturais. Editais e leis de incentivo — como as que vigoram em vários países latino-americanos — passam a ser questionados sob o pretexto de ajuste fiscal. A consequência pode ser uma redução drástica de oportunidades para artistas independentes, editoras, coletivos e produtores culturais que dependem do suporte estatal para viabilizar suas obras.

Em contrapartida, a crise traz à tona a urgência de repensar modelos de financiamento da cultura, incentivando parcerias sustentáveis entre setores público e privado e promovendo a valorização da cultura como um ativo estratégico — e não como um mero gasto. A cultura, afinal, é uma das formas mais potentes de expressão da identidade nacional, e sua preservação deve ser uma prioridade em qualquer cenário geopolítico.

Portanto, diante do avanço da guerra tributária, é fundamental que os agentes culturais, governos e a sociedade civil se mantenham atentos e mobilizados. A cultura não pode ser a vítima silenciosa de uma disputa econômica que privilegia cifras em detrimento da criatividade, da memória e da diversidade dos povos.

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O renascimento do cinema independente: novas vozes, novas histórias.

Em tempos em que o audiovisual se diversifica e se torna mais acessível, o renascimento do cinema nacional independente vive um momento criativo. Fora do circuito tradicional, longe das grandes produtoras e orçamentos milionários, cineastas brasileiros vêm provando que é possível fazer arte com poucos recursos e muito talento. A ORTVWEB, sempre atenta aos movimentos culturais autênticos, abre espaço para divulgar e valorizar essas produções.

Renascimento

Muito além do entretenimento, o cinema independente brasileiro tem sido uma poderosa ferramenta de denúncia social, resgate histórico, afirmação de identidade e preservação da memória coletiva. Obras como Riquezas do Cerrado, documentário dirigido por Weber Santana, mostram que é possível unir arte e consciência ambiental em uma linguagem acessível e impactante. O filme, que foi finalista no Troféu Tiokô 2025, é um exemplo de como produções fora do eixo Rio-São Paulo podem alcançar reconhecimento e relevância nacional.

Enquanto as salas de cinema enfrentam desafios de público, a internet se consolida como principal canal de difusão de filmes independentes. Plataformas como YouTube, Vimeo e festivais online permitem que novos realizadores apresentem suas obras a audiências antes inalcançáveis. O que falta muitas vezes é visibilidade – e é aí que entra o papel da ORTVWEB.

Com o compromisso de democratizar o acesso à cultura e apoiar a arte brasileira, a ORTVWEB convida cineastas independentes de todo o país a enviarem seus projetos para divulgação gratuita. Não importa se é um curta experimental, um documentário comunitário ou um longa de ficção gravado com o celular – se há uma história para contar, há espaço para ela aqui.

Para participar, basta escrever para contato@ortv.com.br, enviando sinopse, link de exibição e informações básicas sobre a obra e seus realizadores. Nosso blog e nosso canal estão abertos para quem acredita no poder da arte como ferramenta de transformação.

Dê voz ao seu filme. Dê luz à sua história. O Brasil precisa ver o que você tem a dizer.

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Book trailers eficazes: estratégias que convertem leitura em vendas

Em um cenário cada vez mais competitivo no mercado editorial, o book trailer surge como uma poderosa ferramenta de marketing literário. Assim como um trailer de cinema, ele busca capturar a essência da obra, despertar emoções e, principalmente, gerar curiosidade e desejo no potencial leitor. No entanto, para que seja realmente eficaz, é preciso ir além de uma simples apresentação visual. Um book trailer bem produzido pode ser o diferencial entre um livro ignorado e um best-seller independente.

O primeiro passo para criar um trailer impactante é entender o público-alvo da obra. Um romance jovem adulto pede uma estética diferente de um thriller psicológico ou de uma biografia histórica. A linguagem visual, a trilha sonora, o ritmo da edição e até a escolha das fontes devem dialogar com o universo do livro e com as preferências do seu leitor ideal.

Outro aspecto fundamental é o roteiro do trailer. Evite resumos longos ou explicações didáticas. Um bom book trailer funciona mais como um convite instigante do que como uma sinopse. Ele deve apresentar um conflito, um personagem marcante ou uma atmosfera que prenda a atenção nos primeiros segundos. A ideia é sugerir, não revelar.

A qualidade técnica também é crucial. Mesmo produções simples podem causar impacto se tiverem boa edição, imagens coerentes, trilha sonora adequada e narração bem feita. Muitos autores independentes têm recorrido a bancos de vídeos gratuitos, softwares acessíveis de edição e parcerias com estudantes de audiovisual para viabilizar produções de baixo custo e alto efeito.

Para ampliar o alcance, o book trailer deve ser divulgado estrategicamente: nas redes sociais do autor, em canais de literatura no YouTube, em grupos de leitores no Facebook, no Instagram, e especialmente no TikTok, onde vídeos curtos e criativos sobre livros ganham grande tração. Um book trailer pode, inclusive, ser adaptado para diferentes formatos e campanhas.

Por fim, é importante lembrar que o trailer não vende o livro sozinho. Ele é uma ferramenta complementar, que deve estar integrada a uma estratégia maior de divulgação, com boas capas, descrições cativantes, presença digital consistente e, claro, um livro bem escrito.

Quando bem planejado, o book trailer deixa de ser apenas um recurso estético e se transforma em um gatilho emocional poderoso, capaz de converter visualizações em cliques e cliques em vendas. Afinal, em tempos de consumo rápido e estímulos visuais constantes, o vídeo pode ser a porta de entrada para uma nova história na estante dos leitores.

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A inteligência artificial e a revolução da criação literária

A inteligência artificial (IA) está provocando uma transformação silenciosa, porém profunda, na forma como concebemos, desenvolvemos e compartilhamos obras literárias. Antes restrita a áreas como tecnologia e automação, a IA agora se posiciona como uma aliada poderosa no universo da literatura, abrindo novas possibilidades criativas para escritores, editoras e produtores culturais.

Ferramentas como ChatGPT, Grammarly, Sudowrite e Jasper já são utilizadas por autores para estruturar enredos, revisar textos, sugerir títulos, sinopses e até gerar personagens. Essas plataformas auxiliam desde a fase de brainstorming até o acabamento da obra, permitindo ao autor mais tempo para se dedicar à originalidade e à construção de universos complexos. A IA não substitui o talento humano, mas potencializa suas capacidades, tornando o processo mais fluido e acessível.

Além da criação, a IA também tem se destacado na edição textual, com algoritmos capazes de identificar falhas de coerência, ritmo narrativo e até tom emocional. Para editoras independentes e escritores autônomos, isso representa uma economia significativa e um ganho de qualidade.

Na divulgação, o impacto é igualmente expressivo. Com o uso de IA, é possível analisar tendências de leitura, identificar públicos-alvo, otimizar campanhas de marketing digital e criar conteúdos personalizados para redes sociais. Softwares de geração de imagem auxiliam na criação de capas e materiais gráficos, enquanto chatbots podem interagir com leitores e automatizar lançamentos.

Contudo, o avanço da IA também impõe reflexões éticas: como garantir a autoria e originalidade? Como evitar a padronização criativa? A resposta talvez esteja no equilíbrio. A IA deve ser vista como uma ferramenta — não como um substituto — da imaginação humana.

Em um mundo onde tempo, impacto e inovação são essenciais, a inteligência artificial se revela uma parceira indispensável para quem deseja escrever e ser lido. Trata-se de uma nova era na literatura — e ela já começou.

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