Categoria: Institucional

Enfim, 2025!

Enfim, 2025!

Não me parece uma frase coerente. Se o ano está começando o certo seria dizer, Em início, 2025. Claro que é uma pequena brincadeira com palavras, algo que sempre gostei de fazer, criando trocadilhos em troca de “ilhos” e até “cedilhas”, nos casos em que forem extremamente necessárias

Geralmente temos uma tendência a desejar e esperar que cada novo ano seja melhor que o ano que se findou, não pelo fato do ano que passou ter sido uma merda. Não, longe disso. Desejar que um novo ano seja feliz é pensar em melhoria, em crescimento, em evolução contínua, ao longo da vida.

Para isso é necessário, em que pese as eventuais dificuldades e agruras do ano que chegou a fim, agradecer pelas vitórias. Afinal, o simples fato de acordar no ano seguinte já é uma superação.

Conseguimos superar de alguma maneira as batalhas que se apresentaram à nossa frente, assim como todos os desafios e barreiras. Estamos vivos no primeiro dia de 2025 e desejamos estar vivos e com saúde, durante todos os próximos 364 dias.

Assim devemos pensar, assim devemos agradecer pelo ano que passou e assim devemos focar nossos pensamentos e ações em coisas que possam de alguma maneira contribuir para o nosso crescimento pessoal e o crescimento  de outras pessoas, todas aquelas que fazem parte de nossa vida e que em algum dado instante, por algum motivo, cruzam o nosso caminho.

Enfim, que 2025 seja para cada um de nós um ótimo motivo para reflexão, mudança de atitudes, revisão de conceitos, comportamentos e o mais importante, que nos permita sermos mais tolerantes.

Feliz 2025!

Orlando Barbosa Rodrigues

OR PRODUÇÕES

ORTVWEB

ANEE – Associação Nacional de Escritores e Editoras.

Balanço dos eventos culturais no Brasil em 2024

O ano de 2024 foi marcado por grandes acontecimentos culturais no Brasil, consolidando o país como um polo de produção artística e de políticas públicas voltadas à cultura. Aqui estão cinco destaques:

  1. Aprovação do Marco Regulatório do Sistema Nacional de Cultura (SNC)
    Após quase duas décadas de debates, o Senado aprovou em março o marco regulatório que regulamenta o Sistema Nacional de Cultura. Essa conquista fortalece o acesso democrático à cultura e garante maior organização das políticas culturais, sendo um passo histórico para o setor. O marco foi celebrado durante a 4ª Conferência Nacional de Cultura, realizada após um hiato de dez anos.
  2. Edição histórica do Lollapalooza e Rock in Rio
    O Lollapalooza e o Rock in Rio consolidaram-se como ícones da música no Brasil, com line-ups de peso. Nomes como Paramore, Gilberto Gil e Imagine Dragons atraíram multidões em eventos marcados pela diversidade cultural e pela projeção internacional de artistas brasileiros e estrangeiros.
  3. Reestruturação de políticas de fomento cultural
    A Política Nacional Aldir Blanc e o Programa Cultura Viva receberam reforços significativos, com um enfoque especial em expressões culturais locais e comunitárias. Esses programas incentivaram iniciativas como o hip-hop e projetos de inclusão social, promovendo a democratização da cultura em várias regiões do país.
  4. Mostras e festivais de cinema

    O cinema brasileiro brilhou em eventos como o Festival de Gramado e Mostras Internacionais de Cinema, destacando produções nacionais que abordam diversidade e inovação. Além disso, novos curtas e longas-metragens foram aprovados por editais e leis de incentivo, ampliando o acesso à produção audiovisual no Brasil.
  5. O fortalecimento da literatura e publicações nacionais
    A Bienal de São Paulo superou todas as expectativas com público recorde. Iniciativas de incentivo à leitura consolidaram o papel da literatura brasileira. A revista literária da ANEE  e o canal da ANEE na rede UTV, surgem no cenário cultural dando espaço a novos autores e eventos literários em todo o país ganharam destaque, promovendo novos autores e resgatando obras importantes.

Esses eventos demonstram o vigor da cultura brasileira em 2024, promovendo inclusão, inovação e acesso ao público em todo o país.

De escritor para escritor.

De escritor para escritor, o bate papo de Orlando Rodrigues e Paulinho Dhi Andrade.
APRESENTAÇÃO e ENTREVISTA
Orlando Rodrigues é escritor, cineasta, roteirista e Presidente da ANEE-Associação Nacional de Escritores Editoras.
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ENTREVISTA:
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1-Paulinho: Olá, Orlando, tudo bem? Podemos começar a entrevista com você nos dizendo algo a seu respeito?
-Orlando:
Olá, Paulinho, tudo bem e te desejo o mesmo. Quando as pessoas me pedem para falar sobre mim eu sempre brinco. Devo falar sobre qual Orlando? Ao longo de meus atuais 63 anos, mais de quarenta anos de atividade profissional, incluindo atividade acadêmica e mais recente a cultural, posso dizer que sou uma pessoa de muitas faces no melhor dos sentidos, pois, tenho de assumir diversas posturas de comportamento nessas variadas atividades. Ora mais formal, ora mais casual. Sou escritor, roteirista, produtor cultural, proprietário da OR PRODUÇÕES e Presidente da ANEE – Associação Nacional de Escritores e Editoras.
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2- Paulinho: Você tem formação acadêmica? Qual?
-Orlando:
Minha formação é em Administração de empresas, tenho especialização em recursos humanos e mestrado em educação. Tive o privilégio de atuar em todas essas áreas de formação, além de minha formação em coaching com 4 certificações internacionais.
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3- Paulinho: Quando foi que começou a escrever?
-Orlando:
Desde criança eu sempre gostei de ler e escrever e minha prática com a escrita obedeceu e obedece às minhas fases de vida pessoal e profissional. Das redações escolares, algumas premiadas, aos memorandos, ofícios, relatórios, pareceres, passando pelos artigos de opinião e artigos acadêmicos e científicos, livros sobre gestão e coaching, até, enfim, após me aposentar de minhas atividades profissionais enquanto bancário, economiário, professor em todas as fases do processo de ensinagem, incluindo pós-graduação e mestrado, lecionando e coordenando cursos, me dedicar à literatura de ficção.
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4- Paulinho: Quando foi que surgiu a ideia de criar a ANEE-Associação Nacional de Escritores e Editoras? Fale um pouco sobre ela e qual o propósito dela existir.
-Orlando:
A ANEE foi criada por um pequeno grupo de escritores com o objetivo de apoiar novos escritores. Ser escritor no Brasil é um grande desafio e viver disso é quase uma epopeia. Em geral as editoras tradicionais no Brasil não investem em autores iniciantes, a não ser em raríssimas exceções e o escritor iniciante fica desprotegido e à mercê de pseudo editoras e pseudo agentes literários que existem por aí. Em 21 de novembro de 2023, com muitas dificuldades criamos a ANEE para honrar o propósito de elevar a produção literária nacional a partir da valorização de novos autores. Em menos de 1 ano já contamos com dois sites, um canal de youtube, um programa semanal em rede de TV por streaming, uma revista literária e vários projetos tanto da ANEE como de associados aprovados em leis de incentivo para captação de recursos.
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5- Paulinho: Quantos livros você já escreveu e quantos já estão circulando?
-Orlando:
Eu considero livro as minhas publicações acima de 60 páginas e nesse sentido são 14 livros tanto de ficção como não ficção, todos publicados na Amazon, além de alguns por editoras tanto tradicionais como prestadoras de serviço e plataformas de publicação. Se considerar os contos que eu publico na Amazon em formato de série esse número chega a 76.
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6-Paulinho: Qual de seus livros é o mais comentado, e o que dizem os leitores sobre ele? Fale um pouco sobre o livro.
-Orlando:
Pelo fato de meus livros serem publicados na Amazon e terem uma boa média de avaliação, nem todos os leitores escrevem sua avaliação ou cometam sobre o livro e para ser bastante sincero eu não me preocupo nenhum pouco com isso. Eu tenho uma autocrítica apurada e sempre procuro melhorar a qualidade de minha escrita. Além disso, muitas avaliações e comentários nem sempre são orgânicas e isso, em minha opinião, não satisfaz meu ego. Muito raramente pago para algum(a) influencer ler, comentar ou fazer resenha de livro meu, nem mesmo peço a amigos. Acho que essas coisas têm de ser espontâneas. Mas, meu livro Anastasis: almas telepáticas publicado pelo grupo Hoffmam Littera recebeu comentários bastante interessantes, tanto elogiando o livro como também criticando, entendendo a crítica nesse sentido sempre como algo feito para a busca de autodesenvolvimento. Críticas meramente destrutivas e sem fundamento para mim tem o mesmo valor do elogio forçado.
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7- Paulinho: Você acha que a literatura é valorizada no Brasil?
-Orlando:
Não acho que seja valorizada, assim como não é o trabalho do professor e muitas outras profissões em nosso país. Mas, muito se deve à falta de união da classe literária, principalmente, escritores. Um dos objetivos de criação da ANEE foi de buscar essa união e a gente percebe claramente que não há esse sentido de grupo, enquanto categoria. Muitas profissões têm sindicatos da categoria, escritores tem algumas poucas associações e boa parte delas não divulgam o que fazem em favor da classe.
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8- P.: Você segue alguma rotina para escrever?
-Orlando:
Não sigo rotina nenhuma. Isso eu fazia quando era burocrata. Me aposentei para ficar livre disso.
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9- Paulinho: Está envolvido em algum outro projeto além da literatura?
-Orlando:
Sim. Atualmente estou muito envolvido coma produção audiovisual. Escrevo roteiro para cinema, tenho projeto aprovado para produção de curta e longa metragem. Só falta o patrocínio para dizer “Ação.”
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10- Paulinho: Qual livro você já leu e gostaria de ter sido a autor dele?
-Orlando:
Li vários e excelentes livros e um livro em especial que mudou meu modo de encarar a vida, sem a pretensão de tê-lo escrito é o essencialismo: a disciplinada busca por menos de Greg Mc Keown.
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11- Paulinho: Acredita que nos tempos de hoje é mais fácil publicar um livro ou continua a mesma coisa de décadas atrás? Teve alguma dificuldade para publicar seus livros?
-Orlando:
Sem dúvida atualmente está muito mais fácil, porém, o funil ficou mais estreito. Tornar-se uma celebridade ou um best seller escrevendo e publicando livros sempre foi difícil e continua não sendo fácil.
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12- Paulinho: O que você costuma fazer quando está escrevendo, toma café, chá, ouve música?
-Orlando:
Eu sou roqueiro, adoro ouvir heavy metal, mas, quando escrevo, parece que perco a audição, a sede a fome. Mergulho por inteiro.
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13- P.: O que você tem a dizer para os escritores que estão começando e/ou para aqueles que pretendem ingressar no mundo literário?
-Orlando:
Leiam, escrevam, leiam o que escreveu, reescreva, leia, leia muito e escreva bastante.
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14-Paulinho: Se você não fosse escritor, qual caminho seguiria?
-Orlando:
Eu optei por me considerar escritor a partir de minha aposentadoria e, portanto, segui vários caminhos que a vida e as oportunidades me ofereceram e consegui alcançar. Não tenho mais nenhuma grande pretensão, até porque, já virou um mantra pessoal, hoje eu só faço o que eu quero, quando quero e porque quero.
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15- Paulinho: Gostaria de dizer algo para seus leitores? Fique a vontade.
-Orlando:
Leiam, divirtam-se, amedrontem-se para justificar a qualidade de meus textos de terror e façam críticas positivas e engrandecedoras, pois, essas, eu considero.
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Muito obrigado, amigo Orlando Rodrigues.
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Censura x liberdade de expressão. Onde está o limite?

O dilema entre produção cultural, liberdade de expressão e censura é uma questão complexa e vital no cenário contemporâneo.

A produção cultural, por natureza, reflete a diversidade de pensamentos, valores e experiências humanas, sendo um reflexo da liberdade de expressão, um direito fundamental.

Entretanto, essa liberdade enfrenta desafios significativos, especialmente no contexto das redes sociais e plataformas digitais, como o X (antigo Twitter).

Essas plataformas se tornaram arenas centrais para a disseminação de ideias, notícias e manifestações culturais, mas também se tornaram alvos de regulamentações e políticas de moderação de conteúdo que alguns enxergam como censura.

A censura, historicamente, sempre foi uma ferramenta usada por governos e instituições para controlar a narrativa e suprimir vozes dissidentes.

No entanto, no ambiente digital, a linha entre moderação de conteúdo, para evitar a disseminação de desinformação ou discursos de ódio, e censura, que restringe a liberdade de expressão, se torna tênue e nebulosa.

A remoção de postagens, a suspensão de contas e a limitação de alcance de certos conteúdos levantam questões sobre quem detém o poder de definir o que pode ou não ser dito.

Este controle, muitas vezes centralizado nas mãos de poucas corporações, levanta preocupações sobre a concentração de poder e a possível manipulação de discursos públicos.

Por outro lado, a ausência total de moderação pode levar a um ambiente caótico e perigoso, onde desinformação, teorias da conspiração e discursos de ódio prosperam.

Isso pode minar a própria base da produção cultural e da liberdade de expressão, já que o discurso civilizado e construtivo pode ser abafado pelo barulho da polarização extrema e da violência verbal.

O desafio, portanto, reside em encontrar um equilíbrio entre garantir a liberdade de expressão e proteger a sociedade de conteúdos prejudiciais, sem que isso resulte em censura.

Esse equilíbrio é fundamental para assegurar a democratização do acesso à cultura e à informação, permitindo que diferentes vozes sejam ouvidas e respeitadas, sem que sejam silenciadas por interesses corporativos ou ideológicos.

É uma questão que exige diálogo constante entre sociedade civil, governos e as próprias plataformas digitais para assegurar que a liberdade de expressão continue a ser um pilar da nossa sociedade, ao mesmo tempo em que se promove um ambiente online seguro e inclusivo.

Por outro lado, poderes instituídos de uma nação devem se valer da constituição para salvaguardar direitos e exigir o cumprimento de obrigações e jamais fazer uso dela para interpretações de cunho político, ideológico e partidário.

O Brasil já sofreu consequências graves de períodos onde a censura teve viés ideológico e os danos à formação cultural de nosso povo foram imensos, cujas sequelas vivemos até hoje.

Censura, nunca mais!

Orlando Barbosa Rodrigues

Escritor e produtor cultural.

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Canal da ANEE – Episódio 5

 

Conheça o episódio 5 do canal da ANEE.

ANEE é uma organização não governamental que objetiva, o desenvolvimento da carreira literária de novos escritores, promovendo o desenvolvimento profissional e o fortalecimento da comunidade literária.

Para possibilitar um canal ainda maior de comunicação entre escritores e artistas de modo geral, contribuindo para o desenvolvimento da cultura nacional, criamos o canal da ANEE.

Por meio de uma parceria com a rede UTV lançamos o canal da ANEE, cuja exibição ao vivo ocorre todas as sextas feiras, a partir das 22 horas e é replicado posteriormente no canal da ANEE e rede UTV, no YouTube, além das redes sociais e outras plataformas digitais.

Anuncie sua arte, seu produto e seu serviço. Mostre seu talento para milhões de pessoas no mundo a um custo que parece obra de ficção. Aproveite e se torne um associado da ANEE.

Acompanhe cada episódio no canal da ANEE.

Escritores, músicos, artistas de todas as áreas e gêneros estão convidados a se associarem à ANEE e se beneficiarem deste e muitos outros benefícios.

Para se associar é muito simples bastando escolher um dos planos de adesão ao clicar aqui.

Acesse o regimento interno clicando aqui.

Acesse o estatuto clicando aqui.

A diferença fundamental entre um escritor e uma pessoa que escreve está na dedicação e na identidade. Um escritor é alguém que não apenas escreve ocasionalmente, mas que faz da escrita uma parte central de sua vida e identidade. Eles tendem a estar comprometidos com a prática da escrita, dedicando tempo e esforço significativos para desenvolver suas habilidades, explorar novas ideias e aprimorar seu ofício. Por outro lado, uma pessoa que escreve pode escrever por diversas razões e com diferentes níveis de comprometimento. Podem ser pessoas que escrevem ocasionalmente por hobby, por necessidade profissional, por expressão pessoal ou por outras razões, mas isso não necessariamente define quem elas são ou o que fazem primariamente. Em resumo, a diferença essencial reside na profundidade do comprometimento e na identificação com a atividade de escrever. Um escritor vive para escrever, enquanto uma pessoa que escreve pode fazê-lo como parte de sua vida cotidiana, mas não necessariamente como sua vocação principal. Quer mais dicas como essas? Acompanhe o canal da ANE na rede UTV, todas as sextas feiras, a partir das 22 horas.

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Os melhores bancos para Financiamento Imobiliário em 2021.

 

Comprar um apartamento ou uma casa é um investimento de longo prazo e que na maioria dos casos, às pessoas adquirirem imóveis através do financiamento imobiliário. E isso significa que comprometerá boa parte do orçamento mensal da família, por isso é preciso planejar e estudar quais os bancos têm as melhores taxas do crédito imobiliário.

E para saber qual é o melhor banco para financiar a compra do imóvel, seguem abaixo simulações de Financiamento Imobiliário nos sites dos principais bancos do país.

Conheça as taxas dos bancos que operam com financiamento imobiliário e compare antes de tomar a decisão de fazer um empréstimo.

A simulação de financiamento imobiliário realizada acima foi feita nos sites das instituições bancárias para um imóvel residencial, localizado na cidade de São Paulo, com dados de uma pessoa de 44 anos e com uma renda de R$ 12.000, empresário ou funcionário privado (CLT).

 

Compra de Imóvel Usado em São Paulo de R$ 400 mil
Entrada de R$ 80 mil (20%)
Financiado por 360 meses (30 anos)
Sistema de Amortização: SAC
Correção anual pela TR (Tabela Referencial)
Bancos Taxa de
Juros Efetiva
a.a.
CET
Custo
Efetivo Total
a.a.
1ª  Parcela Última
Parcela
Total do Financ.
Bradesco –
TR
7,80% 9,13% R$
3.046,17
R$ 919,07 R$
759.992,36
Bradesco
Poupança+
6,67% 8,02% R$
2.763,52
R$ 918,25 R$
708.974,89
Itaú –
TR
7,80% 9,25% R$
3.067,70
R$ 919,47 R$
779.403,73
Itaú
(Juros Poupança + Taxa Fixa)
7.13% 8,60% R$
2.899,19
R$ 919,00 R$
748.987,86
Banco do Brasil –
TR
7,69% 8,62% R$
3.037,85
R$ 922,71 R$
729.261,28
Santander –
TR
7,99% 8,92% R$
3.117,93
R$ 919,20 R$
730.484,55
Caixa – TR
+ Taxa de Juros
7,80% 9,19% R$
3.054,15
R$ 919,47 R$
764.301,56
Caixa – Poupança 7,62% 9,02% R$
2.964,58
R$ 905,43 R$
744.0975,60
Caixa – IPCA
+ Taxa de Juros
4,75% 7,86% R$
2.310,49
R$ 917,32 R$
634.641,91
Caixa – Taxa
de Juros Fixa
9,50% 11% R$
3.499,88
R$
920,63
R$
849.325,99
Simulações realizadas em 06/08/2021  

Observação: A simulação acima não possui a composição de renda e não estão inclusas despesas com documentação, como, por exemplo, o ITBI.

 

O Grupo SP Imóvel também conversou com as assessorias de imprensa das instituições bancárias acima. Veja abaixo as informações necessárias para realizar o financiamento imobiliário em 2021:

 

  • BRADESCO – TR

Para o financiamento de imóveis residenciais novos ou usados, o Bradesco utiliza a taxa mínima de 7,30 % ao ano mais TR no Sistema Financeiro Habitacional (SFH) com valor máximo de R$ 5 milhões. O prazo de financiamento é de 360 meses (30 anos) e permite a utilização do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) para imóveis de até R$ 1,5 milhão. O cliente pode financiar até 80% do valor do imóvel.

 

Financiamento Imobiliário – Bradesco
Linha de Crédito Sistema Financeiro da Habitação (SFH)
Máximo de Financiado 80%
Comprometimento máximo da Renda 30% na tabela SAC e 15% na tabela Price
Taxa de Juros – TR A partir de 7,30% a.a. + TR
Valor Máximo do Imóvel R$ 5 milhões, acima deste valor pode ser feito sob consulta
Prazo de Pagamento 360 meses (30 anos)
Sistema de Amortização SAC ou Tabela Price
Permitido Uso do FGTS Sim, para imóveis até R$ 1,5 milhão
Fonte: Assessoria de Imprensa do Bradesco em 18 de agosto de 2021
  • BRADESCO – POUPANÇA+

O Bradesco também oferece a linha Poupança+. Nela, a prestação é corrigida pelo índice mensal de remuneração básica da poupança, que varia de acordo com a Selic.

Após o Copom (Comitê de Política Monetária) anunciar alta da Selic para 5,25% a.a., o Bradesco reduziu a taxa fixa do Crédito Imobiliário com Juros da Poupança para 2,99% ao ano, valor que é somado ao índice de rendimento da poupança, que varia de acordo com a Selic.

Hoje, a Selic está em 5,25% ao ano e o rendimento da poupança corresponde a 70%, que equivale 3,68%.  Portanto, a taxa será a partir de 2,99% ao ano + o rendimento da poupança de 3,68%, totalizando = 6,67% ao ano.

 

Financiamento Imobiliário – Bradesco
Linha de Crédito Sistema Financeiro da Habitação (SFH)
Máximo de Financiado 80%
Comprometimento máximo da Renda 30% na tabela SAC e 15% na tabela Price
Taxa de Juros – Poupança+ A partir de 2,99% a.a. +  3,68% a.a (Rendimento Poupança)
Valor Máximo do Imóvel R$ 5 milhões, acima deste valor pode ser feito sob consulta
Prazo de Pagamento 360 meses (30 anos)
Sistema de Amortização SAC ou Tabela Price
Permitido Uso do FGTS Sim, para imóveis até R$ 1,5 milhão
Fonte: Assessoria de Imprensa do Bradesco em 18 de agosto de 2021
  • ITAÚ UNIBANCO

1º – Financiamento do Itaú Unibanco usando a Taxa Referencial – TR

Já no financiamento do Itaú, a taxa é de 7,30% ao ano mais a TR, sendo válida para imóveis residenciais novos ou usados, utilizados nas linhas de crédito do Sistema Financeiro da Habitação (SFH) e no Sistema Financeiro Imobiliário (SFI). O financiamento pode ser de até 90% do valor do imóvel, com prazo máximo de 360 meses (30 anos). E permite a utilização do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS).

 

Financiamento Imobiliário – Itaú Unibanco
Linha de Crédito Sistema Financeiro da Habitação (SFH) e
Sistema Financeiro Imobiliário (SFI)
Máximo de Financiado 90%
Taxa de Juros A partir 7,30% a.a. + TR
Valor Máximo do Imóvel R$ 1,5 milhão
Prazo de Pagamento 360 meses (30 anos)
Sistema de Amortização SAC ou Tabela Price
Permitido Uso do FGTS Sim
Fonte: Assessoria de Imprensa do Itaú – Unibanco em 5 de agosto de 2021

2º – Financiamento Imobiliário do Itaú-Unibanco com rendimento da poupança + Taxa Fixa 

O Itaú  também oferece financiamento com o rendimento da poupança com taxas de juros a partir de 3,45% ao ano + rendimento da poupança. Atualmente, a Selic está de 5,25% ao ano, portanto, o rendimento da caderneta será de 3,68% ao ano.

Assim, segundo o banco, a taxa para os clientes que contratarem financiamento imobiliário nessa nova linha, com os atuais valores, será a partir de 7,13% (3,45% + 3,68%) ao ano.

 

Financiamento Imobiliário – Itaú Unibanco
Linha de Crédito Sistema Financeiro da Habitação (SFH) e
Sistema Financeiro Imobiliário (SFI)
Máximo de Financiado 90%
Taxa de Juros 7,13% (3,45% + 3,68%)
Valor Máximo do Imóvel R$ 1,5 milhão
Prazo de Pagamento 360 meses (30 anos)
Sistema de Amortização SAC ou Tabela Price
Permitido Uso do FGTS Sim
Fonte: Assessoria de Imprensa do Itaú – Unibanco em 6 de agosto de 2021
  • SANTANDER

Para o financiamento de imóveis residenciais novos ou usados, o Santander utiliza a taxa mínima de 7,99% ao ano mais TR no Sistema Financeiro Habitacional (SFH), com valor máximo de R$ 1,5 milhão. O prazo de financiamento é de 420 meses (35 anos) e permite a utilização do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). O cliente pode financiar até 80% do valor do imóvel.

 

Financiamento Imobiliário Santander
  Operações dentro do âmbito SFH Operações fora do âmbito
SFH
Valor do Imóvel R$ 90 mil –
R$ 1,5 MM
> R$ 1,5 MM
Valor Financiado Até 80% Até 80%
Renda Bruta Comprometimento de até 35% (pode variar de acordo com a análise de crédito) Comprometimento de até 35% (pode variar de acordo com a análise de crédito)
Taxa Mínima 7,99% a.a + TR (SAC) 7,99% a.a + TR (SAC)
Taxa Máxima 10% a.a. + TR (SAC) 10% a.a. + TR (SAC)
Prazo Máximo 420 meses 420 meses
Fonte: Assessoria de Imprensa do Santander em 26 de maio de 2021

*O Banco não está ofertando a Linha Pró-Cotista.

 

  • BANCO DO BRASIL

No Banco do Brasil, o financiamento pode ser de até 80% do valor do imóvel, nas linhas de crédito  do Sistema Financeiro da Habitação (SFH) e Carteira Hipotecária (CH), com taxa mínima a partir de 6,55% ao ano + TR. O prazo máximo é de 360 meses (30 anos). E permite a utilização do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) na modalidade SFH.

No Banco do Brasil, o valor mínimo de financiamento é de R$ 20 mil e o valor máximo de R$ 5 milhões e permite até 180 dias para o pagamento da primeira parcela de capital. Os clientes ainda podem escolher mês-pula, ou seja, um mês por ano sem cobrança da parcela, que é diluída ao longo do cronograma da operação.

 

Financiamento Imobiliário – Banco do Brasil
Linha de Crédito Sistema Financeiro da Habitação (SFH) e Carteira Hipotecária (CH)
Máximo de Financiado 80%
Comprometimento máximo da Renda 30%
Taxa de Juros A partir de 6,55% a.a. + TR
Valor Máximo do Imóvel R$ 1,5 milhão no SFH e sem limitação no CH
Prazo de Pagamento 360 meses (30 anos)
Sistema de Amortização SAC ou Tabela Price
Permitido Uso do FGTS Sim, para imóveis do SFH
Fonte: Assessoria de Imprensa do Banco do Brasil em 6 de agosto de 2021
  • CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

A Caixa Econômica Federal disponibiliza quatro modalidades de financiamento imobiliárioTR (Taxa Referencial), IPCA (Ìndice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), Taxa Fixa e a Poupança.

 

Modalidade TAXA Peazo Máximo Quota Máxima
    SAC Price SAC PRICE
TR + 6,25% A 8,00% 420 360 80% 80%
IPCA + 2,95% A 4,95% 360 240 80% 70%
Fixa 8,00% a 9,75% 360 240 80% 80%
Poupança TR + 3,68%* 3,35% A 3,99% 420 360 80% 80%
* Taxa adicional da poupança considerando SELIC de 5,25% a.a.
Fonte: Caixa Econômica Federal – 6 de agosto de 2021

1º – Financiamento da Caixa usando a Taxa Referencial – TR

A taxa mínima para imóveis residenciais é a partir de 6,25% ao ano mais TR, para financiamentos com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimos (SBPE) dentro das modalidades do Sistema Financeiro da Habitação (SFH) e do Sistema Financeiro Imobiliário (SFI) com o maior prazo de parcelamento de 420 meses (SAC) e 360 meses (Tabela Price).

Financiamento Imobiliário
Caixa Econômica Federal
Juros + TR
Linha de Crédito Sistema Financeiro da Habitação (SFH) e
Sistema Financeiro Imobiliário (SFI)
Máximo de Financiado 80%
Comprometimento máximo da Renda 30%
Taxa de Juros A partir de 6,25%
a 8,00% a.a. + TR
Valor Máximo do Imóvel R$ 1,5 milhão, pelo SFH
Prazo de Pagamento 420 meses (SAC) e
360 meses (Tabela Price)
Sistema de Amortização SAC ou Tabela Price
Permitido Uso do FGTS Sim, pelo SFH
Fonte: Assessoria de Imprensa da Caixa Econômica em 15 de julho de 2021

2º – Crédito Imobiliário Poupança Caixa

Crédito Imobiliário Poupança Caixa varia de acordo com a SELIC (taxa que de juros que Banco Central determina), que está em 5,25% ano e o rendimento da poupança corresponde a 70% que equivale 3,68%.

Enquanto o rendimento for igual ou menor a 8,5% ao ano a caderneta vai render 70% da Selic + a TR. Quando a Selic chegar ultrapassar 8,5% ao ano, a poupança vai ficar fixa em 6,17%, tendo como componente variável a taxa de juros dessa TR.

Portanto, nesta modalidade atualmente, os juros anuais ficam entre 3,35% (correntistas) e 3,99% (não correntistas) mais a variação da poupança, hoje em 3,68%, e mais a TR que está zerada.

Financiamento Imobiliário
Poupança Caixa
Linha de Crédito Sistema Financeiro da Habitação (SFH) e
Sistema Financeiro Imobiliário (SFI)
Máximo de Financiado 80%
Comprometimento máximo da Renda 30%
Taxa de Juros 3,35% a 3,99% + 3,.68% (variação poupança) + TR
Valor Máximo do Imóvel R$ 1,5 milhão, pelo SFH
Prazo de Pagamento 420 meses (SAC) e
360 meses (Tabela Price)
Sistema de Amortização SAC ou Tabela Price
Permitido Uso do FGTS Sim, pelo SFH
Fonte: Assessoria de Imprensa da Caixa Econômica em 15 de julho de 2021

3º – Financiamento da Caixa usando o IPCA

Nesta modalidade, as taxas variam de 2,95% a 4,95% ao ano mais IPCA (Ìndice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) e o prazo máximo de financiamento é de no máximo 360 meses (SAC) e 240 (Tabela Price).

 

Financiamento Imobiliário
Caixa Econômica Federal
Juros + IPCA
Linha de Crédito Sistema Financeiro da Habitação (SFH) e
Sistema Financeiro Imobiliário (SFI)
Máximo de Financiado 80%
Comprometimento máximo da Renda Até 20% (Sac) e até
15% da Tabela Price
Taxa de Juros A partir de 2,95%
a 4,95% a.a. + IPCA
Valor Máximo do Imóvel R$ 1,5 milhão, pelo SFH
Prazo de Pagamento 360 meses (SAC) e
240 meses (Tabela Price)
Sistema de Amortização SAC ou Tabela Price
Permitido Uso do FGTS Sim, pelo SFH
Fonte: Assessoria de Imprensa da Caixa Econômica em 15 de julho de 2021

4º – Financiamento da Caixa usando a TAXA FIXA

Nesta modalidade, as taxas variam de 8% a 9,75% ao ano e poderá ser financiado até 80% do imóvel novo ou usado e o prazo máximo  é de no máximo 360 meses pelo sistema SAC e 240 na Tabela Price.

Financiamento Imobiliário
Caixa Econômica Federal
TAXA FIXA
Linha de Crédito Sistema Financeiro da Habitação (SFH) e
Sistema Financeiro Imobiliário (SFI)
Máximo de Financiado 80%
Comprometimento máximo da Renda Até 20% (Sac) e até
15% da Tabela Price
Taxa de Juros A partir de 8% a 9,75%  a.a.
Valor Máximo do Imóvel R$ 1,5 milhão, pelo SFH
Prazo de Pagamento 360 meses (SAC) e
240 meses (Tabela Price)
Sistema de Amortização SAC ou Tabela Price
Permitido Uso do FGTS Sim, pelo SFH
Fonte: Assessoria de Imprensa da Caixa Econômica em 15 de julho de 2021

É importante ressaltar que a taxa de juros é fixa, porém os valores das prestações vão variar conforme o sistema de amortização e seguro que estabelecem durações máximas diferentes dos contratos (20 ou 30 anos).

 

Faça uma simulação grátis clicando aqui.

As taxas do financiamento imobiliário variam conforme o perfil de cada cliente, prazo do financiamento e o relacionamento com o banco.

Muito importante sempre perguntar qual é a taxa de avaliação (taxa que o banco cobra para um avaliador ir até o imóvel que está sendo adquirido), pois cada banco cobra  taxas diferentes e isso pode fazer diferença nas primeiras parcelas do financiamento imobiliário. Como por exemplo, no Bradesco a tarifa de avaliação, reavaliação e substituição do bem recebido em garantia é de R$ 3.100,00.

Por isso, aconselhamos primeiro avaliar o banco em que você já tem conta e relacionamento, pois muitas vezes, abrir outra conta em outro banco só para o financiamento imobiliário, pode trazer desvantagens financeiras por causa de uma pequena diferença nos juros.

 

Exemplos: Além da taxa de manutenção da nova conta, você terá o custo do TED (Transferência entre bancos) que terá que realizar todo mês para transferir o dinheiro do banco que você usa no dia a dia para o banco do financiamento. Também é possível que obriguem por força de contrato adquirir produtos nesse novo banco como cartões de crédito, previdência privadas etc. (já ouvimos muitas histórias como essa).

 
Fonte:

 

SP Imóvel

O Portal de Imóvel em São Paulo de São Paulo

www.spimovel.com.br/

Saiba mais: Qual é o melhor banco para Financiamento Imobiliário em 2021?

Visite o site OR Soluções e saiba mais.

https://or.crediblue.com.br/#/home

Idolatria e fanatismo: uma doença sem “sintoma aparente”.

Idolatria e fanatismo bem que poderiam ser considerados pecados capitais, se fossem feitas analogias a dogmas e preceitos religiosos. Estranhamente não o é, mas, faz sentido que não seja.

O termo idolatria tem como significado a ação de cultuar ídolos; o culto que se faz aos ídolos. Excesso de amor; admiração demonstrada de maneira exagerada. Na religião observa-se, por exemplo, o culto das imagens e/ou das esculturas de santos; a adoração e submissão a livros considerados sagrados e a um Deus, tido como onisciente e onipresente, mesmo que não tenha sido visto ou seja conhecido por alguém, como um ser de carne e osso. Na verdade é uma divindade, a qual não se consegue materializar a não ser na imaginação de seus fiéis.

Já o termo fanatismo, tem o significado mais comum atribuído a  respeito; a um excesso de admiração ou zelo cego e veemente, em relação a alguma coisa; é um sentimento de cuidado excessivo que não raramente produz desprezo e intolerância para com qualquer elemento diferente em qualquer campo ou domínio a que esteja associado. A forma de fanatismo que mais frequentemente vem à mente de quem ouve esta expressão é o fanatismo religioso, que pode ser verificado tanto na história do cristianismo no ocidente quanto nas guerras provocadas por diversos grupos radicais muçulmanos no Oriente Médio durante os séculos XX e XXI, por exemplo.

Nesse sentido, pelos significados acima, parece clara a razão de não ser considerado um pecado capital. Contudo, não sendo pecado, o uso exagerado dessas características podem ser diagnosticadas como algum distúrbio de natureza mental ou comportamental.

Um mal inconsciente

“Do fanatismo à barbárie, não há mais do que um passo”, já dizia o filósofo francês, Diderot.

Seja na religião, na política, em um sistema, nas artes, ou a devoção a um tipo de figura pública… Aquele que se mostra impossibilitado de ouvir argumentos diferentes do seu, em discordância com seu objeto de idolatria, pode ser considerado, hipoteticamente, fanático.

Segundo a teoria psicanalista de Freud, o inconsciente do ser humano é divido em três partes: id, superego e ego; onde id é o aspecto instintivo e representa o desejo de necessidades primárias e a satisfação de tê-las. O superego é o aspecto moral da personalidade. Já o ego – o “eu” – caracteriza a real personalidade de cada indivíduo. O ego mantém a harmonia entre o id e o superego, impedindo o indivíduo de agir baseado apenas em seus impulsos primitivos, traçando um equilíbrio com os padrões morais e idealistas, criados pelo superego. Na perspectiva Freudiana, um sujeito fanático é aquele que entrega o seu superego, abandona seus princípios morais, à benesse de uma outra pessoa, objeto ou causa idealizada.

O fanatismo é – geralmente – impulsionado por influência de um grupo – uma “multidão” – que atenda aos instintos básicos do indivíduo. De acordo ao psicólogo social e criminologista austríaco, Hans Toch,“em uma multidão, o senso de universalidade de comportamento e o enfraquecimento de responsabilidade individual influenciam fortemente o comportamento coletivo emergente à medida que o número de pessoas no grupo cresce”.

Lorelei Kelly, cientista política, especialista em democracia inclusiva, da Universidade de Georgetown (EUA), sugere que as mídias sociais são uma ameaça para a democracia, a personalidade ou moral individual, pois, por meio de mecanismos automatizados de difusão de desinformação, facilita a manipulação de indivíduos vulneráveis. Nas redes sociais, ideias manipulativas, criteriosamente formuladas, acabam encontrando “eco” entre outros usuário e se retroalimentando, movidas por uma obsessão descontrolada.

Descaminhos incertos da idolatria e fanatismo

Seja por meio da idolatria ou do fanatismo, os comportamentos excessivos de indivíduos com essas características podem culminar em uma série de perturbações de caráter político, econômico e social. São, na verdade, transtornos mentais e de comportamentos, caracterizados por um certo tipo de cegueira, às vezes momentânea (melhor que seja), porém, pode evoluir de modo a causar danos irreversíveis.

Acompanhe as postagens deste blog, visite nosso site e conheça nosso portfólio.

Leia também: IDOLATRIA E FANATISMO A INCONSCIENTE DERROCADA DO INDIVÍDUO – Jornal Folha do Sudoeste

Assina este post Orlando Barbosa Rodrigues, administrador de empresas, especialista em Recursos Humanos, mestre em educação, Personal /self Coaching e proprietário da OR Soluções – Assessoria educacional e empresarial EIRELI – ME.

Parceria público privada na educação

Parceria público privada, conceitualmente, pela própria denominação denota o envolvimento e entrelaçamento de ideias ou ideais comuns entre agentes públicos e privados.

Sem adentrar em fundamentos teóricos ou academicistas, porém, com alguma pitada filosófica ou sociológica, a ideia é promover, por meio de iniciativas privadas, ações de certa forma inerentes à iniciativa pública. A isso dá-se o nome de terceiro setor ou terceira via.

Nesse sentido, presume-se que aja fundamento legal para que tais ações inerentes a uma Parceria Público Privada (PPP), garantam às partes envolvidas direitos, obrigações e responsabilidades mútuas.

Este texto, na verdade, busca responder uma indagação ou meramente um pedido feito a mim, para que eu comentasse a respeito das PPPs na educação.

Em que pese meus longos anos dedicados à educação, sobretudo, à docência, bem como o conhecimento obtido por meio de meu mestrado na área da educação, admito não ser bem essa a minha praia, ou seja, comentar sobre sucesso ou insucesso da iniciativa.

Contudo, exercitar minha visão crítica sobre as coisas é sempre um divertimento que me proporciona aprendizado. Dessa forma, não me declinei de ler a respeito, com o objetivo de poder contextualizar meu comentário.

Além das minhas décadas dedicadas à educação, tenho minha formação em administração de empresas e décadas também, dedicadas ao exercício da profissão de bancário de empresa pública. Assim, desse modo, pelo menos o conceito de parceria é algo familiar ao meu arcabouço de conhecimentos e informação.

Sobre parcerias, seja no meio acadêmico, político, relações humanas ou negócios, o contexto é o mesmo e envolve a soma de esforços em torno de um objetivo comum, tendo como um dos princípios a participação efetiva dos pares, nas diversas fases do objeto.

Sobre participação efetiva considera-se todos os atores envolvidos, sendo no caso da parceria público privada na educação, inclusive a comunidade.

Ou seja, espera-se também da comunidade, voz ativa em praticamente todas as fases, podendo opinar, acatar e tomar decisões, obviamente em conjunto com os demais participantes.

Contudo, há de se levar em conta que nesse tipo de parceria há sempre a figura do fomentador dos recursos para a realização do projeto em si. O dinheiro precisa sair de algum lugar e, certamente, não sai da esfera pública ou da comunidade. Os recursos financeiros, evidentemente, saem do parceiro privado que investe dinheiro no projeto. Não somente os recursos financeiros, mas, também, os meios para gerir esses recursos em termos de planejamento, diretrizes, metas e avaliação de resultados que são cobrados dos demais parceiros.

Desse modo, não carece muito esforço de pensamento para chegar a conclusão de que em termos de parceria público privada na educação, muito da autonomia educacional inerente ao agente público responsável por operacionalizar as diretrizes educacionais, fica prejudicada.

Isso fica claro, por exemplo, em uma conclusão de uma dissertação de mestrado a respeito do tema, tendo como parceiros o Instituto Airton Sena e um rede municipal de ensino cujo link de acesso à publicação está aqui.

Neste contexto, a gestão democrática da educação sob o crivo da PPP fica bastante prejudicada, não conferindo à proposta de ação conjunta o respectivo equilíbrio, no que tange aos benefícios pretendidos.

Enfim, este texto é meramente um comentário com base em conclusões preliminares, contudo, reforça a necessidade de mais investigações a respeito do tema.

Por Orlando Rodrigues

Administrador e mestre em educação.

Leituras recomendadas

A Relação Público-privada na Educação: um Estudo da sua Construção

As modificações estruturais no modo de produção capitalista têm provocado mudanças na área social, em especial no campo da educação. Novas formas de construir políticas educacionais valorizam a relação público-privada como pressuposto da materialização da ação estatal. O livro A relação público-privada na educação: um estudo da sua construção analisa os elementos que sustentam a construção das parcerias entre a administração pública e o setor privado no campo da educação em municípios catarinenses. As conclusões apontam que a construção das parcerias ocorre a partir da inter-relação de três aspectos – políticos, pedagógicos e legais -, resultado do nexo do projeto formativo do setor privado com a materialização de políticas educacionais advindas dos parceiros em direção à educação pública. A partir desta obra, nossa contribuição para a educação está na defesa da educação pública alinhada, antes de tudo, às necessidades dos indivíduos que têm apenas na escola pública e gratuita a possibilidade de acesso à educação de qualidade. Não aquela qualidade cujo conceito é construído sobre as bases do pensamento neoliberal, mas na concepção educativa que encontra na filosofia da práxis uma visão criadora, crítica e assentada na formação humana. O desafio maior é a construção de outro projeto educacional que não o que se consolida por meio do avanço dos interesses privados, mas que é capaz de problematizar a naturalização do mundo marcado pelas imensas desigualdades econômicas e sociais.

Parcerias Público-Privadas – Experiências, Desafios e Propostas

O Brasil vive um momento de frustração e dúvida quanto a sua capacidade de crescer de forma sustentada. O modelo alicerçado predominantemente no crescimento do crédito e do consumo teve seu momento, mas se esgotou. Já há alguns anos é consensual que o investimento precisa aumentar de cerca de 18% do PIB para pelo menos 25%, mas tem sido difícil. A infraestrutura em particular representa hoje uma gritante barreira ao crescimento, mas poderia se transformar em uma fantástica oportunidade para o país. O governo sozinho não tem recursos e capacidade de execução para atingir este objetivo. Faz-se necessário engajar o setor privado em projetos de interesse público, o que requer mecanismos de incentivo e controle bem desenhados. Uma solução viável para muitos casos são as PPPs, objeto deste excelente livro que vem em boa hora. Nele o leitor encontrará textos que abordam o tema em todas as suas dimensões, da teoria à prática. Recomento fortemente. (Arminio Fraga Neto – Gávea Investimentos; ex-presidente do Banco Central)

Parcerias Público – Privadas

Esta obra destina-se a orientar os profissionais do Direito em relação a um tema que se tornado comum nas grandes empreitadas do Estado e desencadeado inúmeras preocupações: as Parcerias Público – Privadas, conhecidas com PPPs.

A importância de medir a saturação de oxigênio no sangue.

Desde o início da pandemia começamos a aprender novos termos, alguns deles, muito específicos das ciências biológicas e da saúde e entre eles a saturação de oxigênio. Nesse sentido a OR Soluções, no intuito de contribuir com o desenvolvimento e aprimoramento de competências, traz uma abordagem a respeito da oxigenação sanguínea.

A medida da saturação do oxigênio é particularmente importante para pacientes com normas sanitárias que podem reduzir o nível de oxigênio no sangue. Estas circunstâncias incluem a doença pulmonar obstrutiva crônica (COPD), a asma, a pneumonia, o câncer pulmonar, a anemia, a parada cardíaca, o cardíaco de ataque, e outras desordens cardiopulmonares.

O método o mais comum de medir a saturação do oxigênio é pulso oximetry. É um método fácil, indolor, não invasor onde uma ponta de prova é colocada na ponta do dedo ou no lóbulo da orelha para medir indirectamente a saturação do oxigênio.

A ponta de prova usa 2 fontes luminosas, a luz vermelha, e a luz infra-vermelha, que são absorvidas pelo sangue. Uma absorção mais alta da luz infra-vermelha indica a boa saturação do oxigênio, visto que uma absorção mais alta da luz vermelha indica a saturação deficiente. As leituras obtidas de um oxímetro do pulso são expressadas na porcentagem.

Um teste do gás de sangue é uma outra aproximação para medir exactamente o nível de dióxido do oxigênio e de carbono no sangue. Para o teste, o sangue pode ser recolhido do pulso (teste do gás de sangue arterial) ou do lóbulo da orelha (teste capilar do gás de sangue). Este teste é usado principalmente para determinar se os pulmões são inteiramente – funcional trocar eficazmente o dióxido do oxigênio e de carbono.

Para o teste, uma pequena quantidade de sangue é tomada do paciente e analisada em um analisador de gás portátil do sangue, que forneça a informação no oxigênio, no dióxido de carbono, e nos níveis do pH no sangue. Um paciente com COPD terá reduzido níveis do oxigênio e do pH e níveis aumentados do dióxido de carbono no sangue.

Saiba mais: Que é saturação do oxigênio no sangue?

Oxímetro de pulso para medição de saturação sanguínea.

Negócio é oportunidade

Negócio é oportunidade e nesse sentido inaugurou-se hoje a aba negócios & oportunidades com link direto para o portal negócios brasil.

Através deste link é possível identificar e divulgar inúmeras oportunidades de negócios em todo o Brasil.

A intermediação de negócios tem sido a atividade mais presente nos atuais tempos de pandemia em razão de uma série de cenários mercadológicos.

Negócio é oportunidade na compra e venda de empresas, assunção de dívidas, aporte de capital, captação de investimentos, start up, entre outras.

Nesse sentido abre-se uma série de possibilidades e ações estratégicas que nortearão as atividades do portfólio de agora em diante.

O portal negócios brasil é um portal de classificados direcionados a compra e venda de empresas e também um banco de corretores de negócios e investidores.

Entretanto, há também uma série de outros canais de intermediação por meio de parceiros de todo o Brasil

Um quesito bastante importante no processo de intermediação é a formalização dos termos de mandato e acordos de confidencialidade, tanto do lado de compradores, como vendedores e a caracterização dos intermediários dos negócios.

Só dessa maneira é possível realizar operações com sigilo e segurança.

O processo de intermediação de negócios dessa natureza é longo, demorado, detalhista e requer sobretudo, paciência.

Comprar ou vender uma empresa demanda extensa negociação, com o intuito de averiguar a veracidade dos objetos e sujeitos da negociação.

Nesse sentido, quanto mais transparência na condução das informações, mais salutar e seguro será o negócio em si.

Enfim, paciência e cautela fazem parte dos insumos necessários.

Deseja saber mais clique no link.