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Reforma tributária: o que pode ser bom para o contribuinte?

A tão esperada reforma tributária já começa a entrar em pauta nas discussões sobre mercado, planejamento e economia.

Há vários anos sendo aguardada por todos os setores da sociedade, o assunto merece um amplo debate em torno do que pode ou não pode ser afetado com a proposta de reforma.

Em princípio há que se ver como muita cautela o que se propõe com a reforma uma vez que o projeto, em primeira análise, traz um aspecto populista, porém, com severas penalidades para o assalariado, investidores e o setor produtivo.

Espera-se que a reforma não seja um cavalo de troia para apertar ainda mais o orçamento e a produtividade dos brasileiros já cansados de tanta carga tributária.

Nesse sentido, ressalte-se que, com o pretexto de beneficiar a base da pirâmide, o governo avança sobre o bolso do resto da sociedade.

Um conjunto de medidas descalibradas, como acontece com o fim da isenção de imposto sobre dividendos, a contribuição delas e dos empreendedores pode chegar a escorchantes 49%, caso as empresas repassem todo o seu lucro em forma de dividendos a seus sócios.

O assunto ainda vai  render muitos debates, principalmente, considerando o atual cenário político e a situação do governo em relação a sua popularidade, bem desgastada pela pandemia e pela CPI da covid19.

A sociedade de modo geral não irá aceitar mais carga tributária, sem que haja contrapartida do governo em relação a cortes de gastos e combate a corrupção. Aguardar, rezar e torcer, talvez seja um bom começo para enfrentarmos, talvez, mais um golpe no bolso frágil dos brasileiros.

Leia mais em: https://veja.abril.com.br/economia

Saiba mais sobre o projeto de reforma tributária: Ministério da Economia entrega ao Congresso a segunda fase da Reforma Tributária — Português (Brasil)

Acompanhe as publicações do blog da OR Soluções e mantenha-se a informado. OR Soluções, desenvolvendo e aprimorando competências.

A hora do leão: entrega da declaração do imposto de renda termina dia 31.

O prazo para entrega da declaração do Imposto de Renda 2021 termina daqui a uma semana, às 23h59 do dia 31 de maio.

Quem enviar o documento após o prazo terá que pagar multa de 1% sobre o imposto devido ao mês, com valor mínimo de R$ 165,74 e máximo de 20% do imposto devido Fique atento porque a multa pelo atraso pode ser mais salgada do que você imagina.

Ela é calculada sobre o imposto devido, que é diferente do imposto a pagar. Mesmo que você tenha direito à restituição, a multa segue esse cálculo.

Quem recebeu mais de R$ 28.559,70 de renda tributável no ano passado, como salários, aposentadoria ou aluguéis, por exemplo), precisa fazer a declaração do IR 2021.

Se você ganhou mais de R$ 40 mil em rendimentos isentos, como indenização trabalhista, saque do FGTS ou rendimento de poupança, também está obrigado a declarar.

Uma novidade deste ano é o auxílio emergencial. Quem recebeu a ajuda do governo para enfrentar a pandemia, junto com outros rendimentos tributáveis acima de R$ 22.847,76, terá que fazer a declaração do IR 2021 e também terá que devolver o auxílio.

Há outras situações que obrigam uma pessoa a fazer o Imposto de Renda. Saiba mais: Imposto de Renda 2021: prazo de entrega da declaração termina dia 31.

A OR Soluções atua com desenvolvimento e aprimoramento de competências, através de assessoramento educacional e empresarial. Visite nosso site e conheça nosso portfólio.

Dentre as atividades desenvolvidas destaca-se a intermediação de negócios ligados a compra e venda de empresas, commodities e operações de crédito por meio de alienação fiduciária por meio de imóveis ofertados em garantia.

Quem pensa enriquece – o legado

O 9º livro mais vendido de todos os tempos, que influencia líderes e empreededores em todo o mundo, agora em uma edição especial atualizada para o século XXI.

O clássico best-seller sobre o sucesso agora anotado e acrescido de exemplos modernos, comprovando que a filosofia da realização pessoal de Napoleon Hill permanece atual e ainda orienta aqueles que são bem-sucedidos. Um livro que vai mudar não só o que você pensa, vai mudar o modo como você pensa.

IMPOSTO SOBRE A RENDA DA PESSOA FÍSICA 2021 NA PRÁTICA

APRENDA A PREENCHER A DECLARAÇÃO DO IMPOSTO SOBRE A RENDA DA PESSOA FÍSICA 2021 (ANO CALENDÁRIO 2020) E FIQUE EM DIA COM FISCO. APRENDA NA PRÁTICA, PASSO A PASSO, FICHA A FICHA, TODAS OS DETALHES DA OBRIGAÇÃO E AUMENTE SEU CONHECIMENTO TRIBUTÁRIO SOBRE O ORDENAMENTO JURÍDICO BRASILEIRO.

Curso Prático De Imposto De Renda Pessoas Jurídicas E Tributos Conexos – Csll, Pis, Cofins

a obra trata da apuração do imposto de renda das empresas, incluindo os reflexos nos tributos conexos CSLL, PIS e COFINS. Traz exemplos práticos, para que os conceitos sejam melhor entendidos. Linguagem simples, didática e prática. Aborda os reflexos da contabilidade internacional na tributação das empresas.

Crowdfunding e impostos: abata seu IR ajudando a quem  precisa.

Não seja altruísta apenas da boca para fora. Saiba como funciona o abatimento de impostos em doações na forma de crowdfunding.

Ajudar a colocar bons projetos e causas em ação através do crowdfunding é uma alternativa viável para cada vez mais pessoas no país. De acordo com estudo do Sebrae, 45% dos participantes já conhecem a modalidade de financiamento coletivo e consideram contribuir com campanhas nas quais acreditam — mas nem todos entendem como funciona a relação de impostos no crowdfunding.

Quem encontra uma boa ideia — e quer colaborar financeiramente para que ela saia do papel — se depara com questões práticas sobre a tributação desse tipo de investimento. Nesse post, vamos sanar todas as dúvidas dos doadores sobre como esse tipo de transação é tributada e como a legislação diferencia tipos diferentes de crowdfunding.

É necessário declarar as contribuições em campanhas de crowdfunding no Imposto de Renda? Podemos receber restituição por doações feitas dessa forma? A tributação é diferente para pessoa física e jurídica?

Se essas são suas dúvidas sobre a relação entre impostos e financiamento coletivo online, conheça abaixo como funciona a taxação e se ela pode se aplicar ao tipo de contribuição que você faz às suas campanhas preferidas. Boa leitura!

Como funciona o crowdfunding no Brasil?

Nas campanhas de crowdfunding, pessoas e organizações com boas ideias organizam campanhas de arrecadação de recursos por meio de uma plataforma online.

No Brasil, as plataformas de crowdfunding se adaptaram à cultura local de realização de pagamentos. Enquanto em outros países a única forma de contribuir é o desconto a vista em cartão de crédito, as plataformas brasileiras de arrecadação permitem que os doadores paguem suas contribuições por boleto bancário e até parcelem o valor.

Dessa forma, as plataformas facilitam que doadores possam encontrar e contribuir com facilidade com projetos de todo Brasil e de diversos tipos.  Dessa forma, pequenas doações de vários atores diferentes viabilizam a execução de iniciativas dos mais diversos tipos.

crowdfunding e impostos: contribuindo com causas filantrópicas

As campanhas de crowdfunding com cunho solidário também variam entre si. Por exemplo, vários doadores podem contribuir para financiar os estudos ou tratamento médico do realizador da campanha. Assim, é possível que pequenas doações de vários usuários tornem melhor a vida de alguma pessoa, conhecida ou não, em algum lugar do país.

Outro modelo possível e bem comum é o das campanhas promovidas por ONGs e projetos de impacto social. Nesses casos, o dinheiro doado por centenas de pessoas através da plataforma vai para uma Pessoa Jurídica e é usado pelas organizações para custear a manutenção das sedes, comprar materiais e ampliar as atividades.

Costumam fazer sucesso nas plataformas as doações para ONGs engajadas na causa animal e projetos pelo bem-estar e educação de crianças.

A OR Soluções tem apoiado projetos sociais ligados ao futebol de base. Nós apoiamos essa causa. e você?

Saiba mais: Crowdfunding e impostos: Tudo o que você precisa saber – Kickante

Clique aqui para acessar a campanha e faça sua doação de qualquer valor.

Crowdfunding: o Regime Jurídico do Financiamento Colaborativo

Ao longo da ultima década, assistimos ao aparecimento de uma nova economia: a economia colaborativa ou da partilha. Essa evolução proporcionou, ao nivel do sistema financeiro, o aparecimento de novas formas de financiamento, de entre as quais se destaca o crowdfunding ou o financiamento colaborativo. Entre nos, esta atividade foi regulada pela primeira vez com a publicação da Lei n.? 102/2015 de 24 de agosto, o “Regime Jurídico do Financiamento Colaborativo”. Neste livro, que corresponde, em parte, a dissertação apresentada para a obtenção do grau de Mestre em Direito e Gestão, na Escola do Porto da Faculdade de Direito da Universidade Católica Portuguesa, e analisado esse regime juridico com o intuito de contribuir para a reflexão, o estudo e a compreensão do fenômeno de crowdfunding.