Espelhos infinitos é um ebook que narra a trajetória de um escritor amador, sem muita inspiração, que resolve fazer uma viagem de 2 dias, com o objetivo de refrescar a mente e se inspirar.
Entre ideias, pensamentos e sonhos mirabolantes, narra situações repletas de drama, humor e reflexões, numa trajetória de 70 anos entre passado e futuro, lembrando fatos históricos, situações contemporâneas e rock and roll.
O livro é uma narrativa sobre a vida e seus ciclos até o florescer da velhice.
Espelhos infinitos é um livro de ficção que mistura situações reais do cotidiano com fatos históricos, narrados sob o ponto de vista do autor, a partir do início da década de 1950 e com fim em 2030.
A narrativa se desenvolve em torno dos ciclos da vida de qualquer pessoa, desde o seu nascimento, até o início da fase idosa, representada por um escritor amador, com pouquíssima inspiração e que resolve escrever um livro de memórias.
A narrativa relembra fatos históricos e vem repleta de pitadas filosóficas e citações musicais, sendo muitas de rock and roll. Espelhos infinitos reflete a história de muitas vidas, a partir da imaginação de um personagem, tal qual, colocar frente a frente dois espelhos que irão produzir imagens infinitas de um mesmo objeto.
A publicação ocorre unicamente em ebook e está disponível em livrarias virtuais. O autor tem outro livro publicado também em ebook com o título “o fio da meada”; livro também de ficção, repleto de aventura e suspense. Outro livro, ainda sem título definitivo deve chegar às livrarias virtuais em breve.
O autor é um escritor amador que escreve por hobby, sem a pretensão de fazer disso uma profissão. Outros livros virão. Boa leitura
A CrediHome é uma plataforma digital que oferece Home Equity, o empréstimo com garantia de imóvel. Pessoas interessadas podem requerer crédito, desde que possuam um imóvel próprio e quitado para ser colocado como garantia na transação.
Por que escolher a CrediHome?
Crédito rápido para usar como preferir;
Operação online e transparente;
Sem burocracia;
Até 5 proponentes na composição de renda;
Até 60% do valor do imóvel.
O crédito com garantia de imóvel também pode ser feito na modalidade de compra garantida, indicada para quem deseja um imóvel novo e ainda não fez a venda do atual. A CrediHome é pioneira nesse segmento, que é popular no exterior. Nesse caso, o pagamento da entrada do imóvel novo é financiado pela CrediHome, com prazo amplo para fazer uma boa venda do imóvel atual. É possível financiar entre R$100 mil e R$500 mil, até 40% do valor do imóvel, com taxas de 1,10%a.m.+ IPCA. Nos primeiros 36 meses, é oferecido um desconto de 80% nas parcelas, mas ao final do prazo o financiamento deve ser quitado.
Veja como funciona:
Ao clicar em “Solicitar agora”, você será redirecionado ao site da CrediHome, no qual vai fazer uma simulação, indicando seus dados pessoais, valor do seu imóvel que será colocado como garantia e o valor do crédito que você precisa;
Em seguida, a CrediHome fará a avaliação do seu pedido e, se aprovado, prossegue para a avaliação do imóvel que será colocado em garantia no pedido de empréstimo;
Também é feita uma análise jurídica, de forma flexível e em ambiente digital;
A assinatura do contrato ocorre entre 5 a 15 dias, após o envio da documentação exigida.
O seguro viagem é um serviço que oferece assistência médica e outras coberturas a pessoas em trânsito, seja em destinos nacionais ou internacionais. Ele é exigido para a entrada em alguns países, a exemplo dos países europeus que integram o Acordo de Schengen.
Você por acaso já reparou como, entre os vários tipos de seguro existentes, aquele que se propõe a proteger as pessoas durante as viagens costuma não ser devidamente valorizado? Parece que, por ser preventivo, ele normalmente é visto como dispensável. Afinal, só é usado quando surgem problemas. Pois chegou a hora de mudar essa percepção!
A verdade é que a contratação do seguro é parte fundamental das preparações para qualquer viagem. Sem ele, você não pode (nem deve) arriscar negócios, férias em família, nem mesmo momentos de relaxamento. Melhor tomar logo essa providência para não perder oportunidades
Tipos de seguro viagem:
Cada opção varia de acordo com o destino e o tempo de permanência:
Planos Nacionais: com quatro opções de seguros – Brasil Terra, Prata, Ouro e Brasil Aventura;
Planos América: com duas opções – uma para América Latina e outra para Estados Unidos ou Canadá;
Plano Europa: todos os países europeus, inclusive os que fazem parte do Tratado de Schengen;
Planos Mundo: com quatro opções – Bronze, Prata, Ouro e Aventura;
Planos de intercâmbio: com três opções para viagens com tempo de permanência superior a três meses – Mundo 365 Bronze, Prata ou Ouro.
Por que contratar?
Com o Seguro Viagem da Porto Seguro, você conta com:
Facilidade de pagamento: você pode parcelar o valor total em até 6x sem juros. Se o pagamento for feito com o Cartão de Crédito Porto Seguro, ainda tem 5% de desconto e outros benefícios;
Atendimento em português, 24h por dia;
Assistência para extravio de bagagem;
Coberturas para despesas médicas, hospitalares e/ou odontológicas;
Descontos em hotéis para o seu pet;
Extensão da vigência das coberturas. Saiba mais e faça uma simulação clicando aqui.
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O trecho abaixo refere-se a um artigo, com o título acima, escrito por mim, Orlando Rodrigues, há mais de 3 anos e publicado no portal administradores.com. Apesar do tempo, parece bem atual, sobretudo, se considerarmos fatos políticos da atualidade. Poder de decisão exige responsabilidade. Segue o texto.
Não tem como evitar. Em algum momento da vida, ou em vários, temos de tomar decisões. Até para se levantar da cama e ir trabalhar, ir para a escola, igreja, academia, ao algo assim, tomamos decisão.
Certamente que existe decisões que tomamos amparados, ou até mesmo, literalmente empurrados, como por exemplo, levantar-se numa manhã fria e chuvosa, em pleno horário de verão, para ir trabalhar, ou estudar.
Mas há momentos em que algumas decisões precisamos tomar sozinhos, sem apoio ou empurrão. São decisões que impactam em nossa vida e que poderão, em algum momento, refletir na vida de outras pessoas, também.
Não há decisão sem consequência. Não há decisão sem vênia, caso seja bem-sucedida e não há decisão sem culpa, caso algo ou tudo dê errado. Decidir é algo extremamente complexo e nem sempre temos tempo adequado para isso.
Muitas decisões são tomadas em fração de segundos, por instinto, por impulso, grande parte, na emoção e algumas, vezes, na razão. Em todas há sofrimento. Em todas há dispêndio de energia. Em todas há vênia ou culpa.
Há decisões que demoram tanto para ser tomadas, que quando acontecem o impacto negativo pode ser até maior que se fosse tomada de modo mais rápido e tempestivo. Algo como decidir ir a Disney quando não se é mais criança. Não que ir a Disney depois dos 50 seja muito pior que ir aos 5. É que as referências mudam. O encantamento também. Não fui a Disney aos 5, não fui aos 50. Não irei a Disney.
Me parece bastante claro, que uma decisão, tomada sozinho, sem apoio, no tempo certo ou fora dele, causa mais impacto quando as consequências são ruins. Digo isto porque geralmente temos medo de decidir sozinhos. Melhor dizendo temos medo de decidir.
A impressão que dá é que a culpa já vem fazendo parte do pacote. E ela vai perdurar. Você se cobrará. Outros lhe cobrarão. Todos vão te cobrar pelas consequências de sua decisão. Seja ela toda sua, ou sendo sua culpa, em cota.
Toda decisão, monocrática ou compartilhada envolve responsabilidade, total ou solidária, que, no caso da culpa, a dor e o dano são relativizados. Relativizados em função da forma como cada pessoa lida com a própria culpa. Em geral é danosa. Machuca. Traz consigo um sentimento de auto depreciação, pois mexe com valores e crenças de cada pessoa.
No seriado norte americano Os Simpsons, o personagem Homer Simpson é ligado à frase “a culpa é minha e eu a coloco em quem eu quiser”. O que pode parecer uma ótima piada de um programa divertido de humor na TV, traz uma grande e aliviante verdade para muitas pessoas que sofre com culpas próprias que carregam indefinidamente em suas vidas, tentando a todo custo transferi-las para outros, porém, sabendo, internamente, em seu íntimo, que a culpa é totalmente sua.
A melhor maneira de se livrar da culpa é assumir a reponsabilidade pelas decisões que toma ao longo da vida, em todos os seus aspectos. Seja em relação ao trabalho, ao casamento, à vida social, enfim, à todas as escolhas que se faz. Beber e dirigir ou dirigir e não beber?
Entramos em ano de eleição e teremos pela frente a árdua missão de decidir sobre quem desejamos ver nos representando na gestão de nosso país. Não tem jeito. Será uma decisão monocrática. De cada pessoa, naquele momento solitário em frente a urna eletrônica.
Já existem campanhas pedindo a cada cidadão para gravar um vídeo sobre como deseja ver o país no futuro. Qualquer coisa que se pretenda dizer em um vídeo desse tipo, em tese, estará ligado a própria decisão sobre o que se espera do país e de que maneira a pessoa dará a sua contribuição. Ou seja, não faz sentido gravar um vídeo dizendo que quer um pais mais honesto e justo se na hora de eleger os representantes colocamos lá pessoas já consagradas como fichas sujas.
É importante que se tome uma decisão baseada naquilo que realmente deseja para si e para o próximo. Se está em dúvida, priorize três coisas que gostaria muito de fazer e que estão, de fato, a seu alcance e sobre as quais se tenha total controle. Analise, pondere, decida. Execute, avalie, assuma as responsabilidades e corrija eventuais erros. Refaça. Recomece. Não saia por aí se culpando à toa, mas também não culpe os outros. A decisão é toda sua!
Sucesso, uma palavra mágica, que muitas vezes pode dar àquele indivíduo que o conquista, algo parecido com super poderes. E nem poderia ser diferente, afinal, muitos de nós buscamos o sucesso durante toda a vida. Entretanto, sucesso não se copia.
Nesse sentido, há um problema, quando se busca obter êxito e reconhecimento, em qualquer área da vida, a ponto de se tornar alguém de sucesso. Mas, onde está o problema?
O problema está, muitas vezes, na estigmatização da palavra, tornando o termo quase inalcançável para alguns.
Estamos na temporada dos jogos olímpicos. Várias disputas em centenas de esportes e muita gente alcançando o topo e conseguindo medalhas. Entretanto, é bem maior o número dos que ficam pelo caminho e voltam para casa com a derrota ou a frustração.
Nós brasileiros ficamos orgulhosos da garota de 13 anos, Rayssa, medalha de prata nos jogos olímpicos, em sua primeira participação. O mérito é todo dela e devemos nos orgulhar sim e até nos sentirmos representados. O sucesso dela pode ser considerado o nosso sucesso também.
Assim, como num passe de mágica, aproveitando o embalo, já começam a aparecer uma série de publicações voltadas para ensinar as pessoas a obterem sucesso, seguindo o exemplo da “fadinha”, ainda na adolescência.
Contudo, devemos lembrar que sucesso é conquista. Sucesso não se copia. É algo conquistado e paga-se um preço relativamente alto para isso, mesmo que seja brincando de skate.
Não há receita para o sucesso
Sucesso não se copia. Exige disciplina, dedicação, foco, determinação e uma grande vontade de vencer. Todavia, deve-se ressaltar que em vários momentos da vida obtemos sucesso e nem percebemos. Ou, pelo menos, não é reconhecido como tal. Sucesso é conquista. São conquistas do dia a dia. Êxito obtido em pequenas coisas.
Sucesso não se copia, conquista-se
Desse modo, não há razão para estigmatizar o sucesso. Menos ainda, razão para copiar fórmulas mágicas de sucesso. O sucesso de cada um está representado nas conquistas diárias. Desenvolver e aprimorar competências é uma forma de se obter conquistas ao longo da vida. Sucesso a todos!
Afirmar que os recursos humanos são o capital mais valioso de uma empresa, pode parecer um mantra, ou até mesmo uma piada irônica, se considerarmos as disfunções existentes na administração de pessoas, muitas delas pautadas pelas variações das escalas hierárquicas organizacionais.
Administrar todas as variáveis relacionadas ao gerenciamento de recursos humanos passou a ser notado por volta da primeira metade do século XX, com os trabalhos de Elton Mayo e outros autores contemporâneos a ele.
Contudo, a partir daí se deu uma constante evolução nos modelos de gestão relacionados à administração de um recurso de potencial bastante intangível.
Nesse sentido, autoridade, obediência, liderança, disciplina e autonomia, são fatores ligados a comportamentos individuais com reflexos no comportamento de grupos, que passaram a nortear pesquisas e mudanças em relação aos modelos básicos de administração de pessoal.
Partindo de modelos de gestão diretivo, focado na hierarquia, autoridade formal e organização burocrática, chegou-se a modelos mais participativos, baseados em empoderamento, comprometimento, liderança descentralizada e desempenho baseado em resultados.
Assim, os modelos de Gestão de Pessoas evoluíram na medida em que mudaram as condições sociais e econômicas da sociedade, assim como os ambientes das empresas, exigindo uma atuação diferente da área de RH e das lideranças.
A área de rh não é mais conhecida apenas como mero “departamento pessoal”, burocrático, que envolve apenas gerenciamento de documentação. Hoje, o setor ganha um papel cada vez mais estratégico de atrair, reter e motivar dentro das empresas.
Dentro do universo do RH, a gestão de pessoas abrange tarefas de recrutamento, gerenciamento, fornecimento de suporte e orientação contínua para os funcionários de uma organização.
Com a industrialização, o modelo predominante era o tecnicista e processual, os subsistemas de RH foram implantados para garantir eficiência e desempenho. Mudanças gritantes aconteceram a partir dos anos 1980, quando a tecnologia começou a influenciar os modelos de gestão e a globalização dos negócios.
Foi nesta época que a força de trabalho começou a ser utilizada para fechar os balanços financeiros – até então, não havia a prática de congelar contratações ou demitir pessoas para as contas ficarem positivas – as pessoas eram tratadas como recursos.
Nos anos 1990, foi implementada uma visão mais sistêmica, integrando os enfoques administrativo, estruturalista e comportamental. Nos anos 2000, os impactos da tecnologia na gestão empresarial e a necessidade de estar em permanente evolução, gerou uma valorização dos potenciais individuais para o desempenho coletivo.
Hoje em dia são muitas as modificações nos modelos de gestão de pessoas, ora em razão de modismos organizacionais, ora em função de se obter maior competitividade. Dessa forma, torna-se primordial conhecer e estudar todos os modelos e formatos de gestão relacionadas à administração de pessoal, no sentido de propor ações não somente baseadas em modismos, mas, sobretudo, nos impactos à equipe e à própria organização.
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Quem ainda não sofreu algum tipo de privação de conteúdo, suspensão temporária, bloqueio de comentários ou qualquer outro tipo de sanção nas redes sociais?
Atualmente, com a expansão da internet e o crescente uso das redes sociais, a interação entre as pessoas por meio dessas redes tem sido notada por manifestações, muitas vezes classificadas como manifestação de ódio, injúrias, preconceito, entre outros.
Ocorre, entretanto, que é possível observar também grande seletividade em relação ao que deve ou que não deve ser postado ou comentado.
Essa situação, obviamente, quando caracterizada por seletividade nos repete a indagação em relação a prática de censura prévia ou seletiva, algo não muito simpático, quando se trata de liberdade de expressão.
Por meio da inteligência artificia e identificação de palavras chave é possível identificar termos previamente considerados ofensivos ou manifestação de ódio, mesmo que essa não tenha sido a intenção de quem postou a publicação.
Em entrevista recente, a jornalista e historiadora americana Anne Applebaum fez uma afirmação polêmica que, para muitos, soou como censura das redes sociais. Na tentativa de advertir sobre o uso desenfreado das redes pelo mundo, ela afirma que “o radicalismo é capaz de matar” e levanta a bandeira de que “chegou a hora de regular as redes sociais”.
Aos 56 anos, Anne é uma intelectual conservadora e foi editora das revistas The Economist e The Spectator. Como historiadora, consolidou seu prestígio com diversos estudos que lhe renderam prêmios. Em seu novo livro “O Crepúsculo da Democracia” (Record), ela narra a aparição de um novo fenômeno: “a adesão de intelectuais a ideias autoritárias de governos populistas” e alerta para a “escalada de populismo e autoritarismo”. “Ideias autoritárias se alimentam da insatisfação profunda das pessoas com os rumos da vida moderna e as mudanças sociais e demográficas das últimas décadas”, afirma.
Coincidentemente com o nono ano da OR Soluções, a cerveja Trooper da banda inglesa de heavy metal Iron Maiden, comemora 8 anos de idade e o sucesso nas vendas.
Guardadas as devidas e necessárias proporções a quase coincidência de idade tem mais a ver com a paixão que nutrimos pelo rock, sobretudo, o heavy metal e ainda mais o gigante Iron Maiden.
Futebol e rock and roll são também as coincidências , uma vez que além de projetos de futebol de base a OR Soluções apoia iniciativas ligadas ao rock.
Nesse sentido obteve a aprovação de 2 projetos na lei de incentivo federal a cultura para 2 bandas de Thrash metal, a saber a banda Herd e a banda My father is the wall, duas bandas de Goiânia.
No próximo dia 22, inclusive a banda May father is the wall estará fazendo uma live de divulgação de seu trabalho.
Cerveja Trooper
A banda britânica Iron Maiden e a cervejaria Robinsons Brewery estão comemorando o oitavo aniversário da cerveja Trooper. A celebração também fica por conta do sucesso de mercado que é a bebida, que já ultrapassou a marca de 30 milhões de litros vendidos em todo o mundo.
A cerveja, que ganhou o título de bebida premium, é no estilo English Pale Ale, além disso, o sabor se concentra num amargor moderado, com um quê caramelado combinado com notas cítricas. Já o teor alcóolico da bebida é de 4,7%.
A Trooper também faturou medalha de outro em várias premiações de excelência como World Beer Awards, Global Beer Masters e International Beer Challenge.
“Eu não poderia estar mais orgulhoso do que alcançamos com a Robinsons ao atingir a marca de 30 milhões de litros”, disse o vocalista do Maiden, Bruce Dickinson. “Nós desenvolvemos uma família de excelentes cervejas Trooper que os nossos fãs e os bebedores de cerveja em todo o mundo apreciam, o que diz muito sobre a qualidade, originalidade e caráter distinto de cada cerveja Trooper”, explicou.
“O fato de outras cervejarias internacionais líderes também quererem fazer parceria conosco na criação de variantes locais do Trooper é mais uma boa prova do que nós e a Robinsons criamos. Vamos para os próximos 30 milhões de litros”, finalizou Bruce.
Yuval Noah Harari em seu livro Sapiens, uma breve história da humanidade, aborda com bastante ênfase e maestria a questão da realidade imaginada, atributo peculiar aos humanos (sapiens).
Por realidade imaginada entende-se tudo aquilo que cremos sem necessariamente vivermos a experiência; crenças que temos em algo que nunca vimos, não conhecemos, mas que nos fazem acreditar como sendo uma única verdade absoluta; códigos civis, comportamentais e econômicos, entre outros, que compartilhamos e aceitamos, por mera convenção.
“Apenas os sapiens podem falar sobre coisas que nunca viram, tocaram ou cheiraram. E assim criar realidades paralelas. “Lendas, mitos, deuses e religiões apareceram pela primeira vez com a Revolução Cognitiva. Antes disso, muitas espécies animais e humanas foram capazes de dizer: ‘Cuidado! Um leão!’. Graças à Revolução Cognitiva, o Homo sapiens adquiriu a capacidade de dizer: ‘O leão é o espírito guardião da nossa tribo”, esclarece Harari. O autor afirma que a capacidade de falar sobre ficções — que também são conhecidos no meio acadêmico como “construtos sociais” ou “realidades imaginadas” — é a característica mais singular da linguagem dos sapiens. E diz que “a ficção nos permitiu não só imaginar coisas como também fazer isso coletivamente. Podemos tecer mitos partilhados (…). Tais mitos dão aos sapiens a capacidade sem precedentes de cooperar de modo versátil em grande número (…). Foi o surgimento da ficção que possibilitou que um grande número de estranhos pudesse cooperar de maneira eficaz por acreditar nos mesmos mitos. Toda cooperação humana em grande escala — seja um Estado moderno, uma igreja medieval, uma cidade antiga ou uma tribo arcaica — se baseia em mitos partilhados que só existem na imaginação coletiva das pessoas”. (trecho extraído de https://leiasantahelena.medium.com/sapiens-e-a-revolu%C3…).
Assim, dessa maneira é possível acreditar em Deuses ou em um único Deus, pai de todos nós, onipotente, onisciente e onipresente, sem nunca tê-lo visto, mas, que, mesmo sendo o pai de todos nós, teria tido um único filho, à sua semelhança, sem os ritos de acasalamento comuns às espécies, algo improvável segundo a ciência da biologia; que, segundo às ciências jurídicas, sociais, políticas, ou humanas, seria nosso irmão, porém, considerados por muitos como “pai”, mesmo sendo filho do pai de todos nós.
Saindo dos aspectos espirituais, místicos e sobrenaturais relacionados à nossa existência e indo para uma área mais fria, embora bastante quente, a econômica, temos o dinheiro, seja ele em cédula de papel, de chumbo, prata, bronze, ouro ou mesmo algo inexistente, mas que alguém atribuiu valor e muitos acreditam e compartilham da crença. Em outro ponto desta abordagem temos o poder de comunicação e o poder de comunicação de massa, capaz de transformar qualquer coisa sem valor em ouro e até ouro, em um mísero pó, sem valor algum.
Dessa forma, é possível não se assombrar com milhares de mortes de uma certa “pandemia” (provavelmente dentro de um contexto de realidade imaginada), entendendo apenas como mais um dado estatístico (mesmo que seja o caso de alguém de nossa casa ou de nossa família) e ao mesmo tempo, uma única morte ser motivo de consternação nacional, como se fosse uma perda íntima, de alguém de dentro de nossa casa ou de nossa família, mesmo sendo apenas, na verdade, um ilustre desconhecido.
Contraditório e estranho, mas real. Imaginadamente real. Assim, desse modo é possível não se comover com crianças mortas a facão dentro de uma escola e ao mesmo tempo ficar grudado na TV acompanhando o desenrolar do caso de um garoto que teria sido morto pelo padrasto, com aquiescência ou omissão da mãe, tudo dentro de um mesmo pacote de informação, que após mostrar tragédias de tantas mortes, solta fogos para comemorar a vitória de uma pessoa desconhecida como se tal pessoa fosse um filho, alguém da família, ou de si próprio, em plena madrugada de um dia útil qualquer, para berrar e soltar fogos de alegria como se a vitória fosse sua, ou pelo menos, sonhada como algo imaginadamente real.
Assim, vive a humanidade hoje em dia, não muito diferente de seus ancestrais também sapiens.
Realidad imaginada es una serie de once relatos que cuenta Enrique Herrera y que tocan temas diversos como la amistad, el amor y el dolor.
En una de las historias, los clientes reunidos en un bar niegan conocer a su amigo. En otra, una mujer se enamora de un ser imposible. Y en un tercer relato, el grito de dolor de una madre cruza la frontera entre Estados Unidos y México.
El lenguaje es simple e incluye expresiones utilizadas en México, pero que todos los hispanohablantes pueden entender.
Na nova edição do livro que conquistou milhões de leitores ao redor do mundo, Yuval Noah Harari questiona tudo o que sabemos sobre a trajetória humana no planeta ao explorar quem somos, como chegamos até aqui e por quais caminhos ainda poderemos seguir.
O planeta Terra tem cerca de 4,5 bilhões de anos. Numa fração ínfima desse tempo, uma espécie entre incontáveis outras o dominou: nós, humanos. Somos os animais mais evoluídos e mais destrutivos que jamais viveram. Sapiens é a obra-prima de Yuval Noah Harari e o consagrou como um dos pensadores mais brilhantes da atualidade. Num feito surpreendente, que já fez deste livro um clássico contemporâneo, o historiador israelense aplica uma fascinante narrativa histórica a todas as instâncias do percurso humano sobre a Terra. Da Idade da Pedra ao Vale do Silício, temos aqui uma visão ampla e crítica da jornada em que deixamos de ser meros símios para nos tornarmos os governantes do mundo. Harari se vale de uma abordagem multidisciplinar que preenche as lacunas entre história, biologia, filosofia e economia, e, com uma perspectiva macro e micro, analisa não apenas os grandes acontecimentos, mas também as mudanças mais sutis notadas pelos indivíduos.
“Interessante e provocador. Nos traz a sensação de quão breve é o tempo em que estamos nesta Terra.” ― Barack Obama
“Recomendo Sapiens a qualquer pessoa que esteja interessada na história e no futuro de nossa espécie.” ― Bill Gates
“Uma incrível investigação para compreender o passado, situar o presente e pensar para onde iremos. Num momento de crise civilizatória, a obra de Harari é um convite à reflexão.” ― Djamila Ribeiro
“Sapiens não só trata das questões mais importantes da história de nossa espécie como é escrito numa linguagem vívida e inesquecível.” ― Jared Diamond
“O livro de Yuval Noah Harari é muito bom. Fui surpreendido por pontos de vista que nunca tinha imaginado.” ― Leandro Karnal
“O modo como Harari narra a história de nós, humanos, e enxerga nosso futuro é arrebatador.” ― Natalie Portman
“Sapiens é uma exploração fascinante sobre como aquilo que nos torna humanos é muito mais do que uma biologia notável: é o mundo mental que construímos em conjunto.” ― Suzana Herculano-Houzel
Neste Homo Deus: uma breve história do amanhã, Yuval Noah Harari, autor do estrondoso best-seller Sapiens: uma breve história da humanidade, volta a combinar ciência, história e filosofia, desta vez para entender quem somos e descobrir para onde vamos. Sempre com um olhar no passado e nas nossas origens, Harari investiga o futuro da humanidade em busca de uma resposta tão difícil quanto essencial: depois de séculos de guerras, fome e pobreza, qual será nosso destino na Terra? A partir de uma visão absolutamente original de nossa história, ele combina pesquisas de ponta e os mais recentes avanços científicos à sua conhecida capacidade de observar o passado de uma maneira inteiramente nova. Assim, descobrir os próximos passos da evolução humana será também redescobrir quem fomos e quais caminhos tomamos para chegar até aqui.
Desde que a pandemia do novo coronavirus foi decretada pela OMS, inúmeras atividades educacionais, culturais e esportivas foram suspensas. O prejuízo desde então tem sido algo incalculável, com projetos paralisados e muitos sonhos desfeitos, sobretudo, no futebol de base.
Há pouco mais de um ano, em 11 de março de 2020, o surto do novo coronavírus foi declarado como pandemia pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Com o expressivo aumento de casos e o desconhecimento acerca da doença causada pelo vírus, a covid-19, a decisão teve um efeito cascata no mundo esportivo na época, com o cancelamento, paralisação, suspensão e adiamento de eventos dos mais diversos níveis.
Depois de participarem da Copa São Paulo de Futebol Júnior, os clubes goianos já disputavam as rodadas iniciais de diversas competições de base, como o Campeonato Goiano nas categorias sub-20 e sub-17, além dos torneios nacionais. As categorias sub-15 e sub-13 ainda não haviam iniciado os jogos oficiais, porém já estavam preparadas para iniciar a temporada. Então veio a paralisação do futebol.
Enquanto o futebol profissional retornou pouco mais de três meses depois, o futebol de base não teve a mesma realidade. Com torneios suspensos, cancelados ou adiados, muitos clubes tiveram as suas atividades paralisadas por um grande período, e quando se decidiu pelo retorno nos cenários nacional e estadual apenas as categorias mais avançadas (sub-20 e sub-17) tiveram a oportunidade de participar de eventos oficiais.
Espera-se com esta campanha obter a adesão dos membros do grupo de facebook na base do futebol, assim como do público em geral, com vistas a criar um fundo destinado a patrocinar ações ligadas as categorias de base, sobretudo, uma espécie de bolsa atleta destinada a jovens entre 16 e 18 anos para que esses possam ter a a oprtunidade de serem avaliados em algum projeto de cateoria de base.
O administrador Orlando Rodrigues, proprietário da OR soluções e idealizador deste projeto, considera a viabilização desta iniciativa um sonho, tal qual o sonho dos jovens talentos que desejam se tornarem jogadores de futebol e brilharem nos campos do brasil e do mundo.
Orlando Rodrigues, idealizador do projeto “na base do futebol”. “é difícil obter a adesão das pessoas para esse tipo de iniciativa, considerando o atual contexto político e social brasileiro (…) há iniciativas mais palatáveis e que conseguem maior adesão”
Todavia, reconhece que é difícil obter a adesão das pessoas para esse tipo de iniciativa, considerando o atual contexto político e social brasileiro. Segundo ele, há iniciativas “mais palatáveis e que conseguem maior adesão”, do que propriamente, uma ação de caráter social ligada ao futebol.
Entretanto, espera-se obter o engajamento necessário a essa campanha para que muitas outras possam surgir e assim ajudar a viabilizar a realização dos sonhos de muita jovem promessa.
De esporte de elite a entretenimento das massas; do amadorismo ao profissionalismo; dos salários modestos à globalização-exportação; o uso político do esporte e o uso da política pelo esporte. Quando se estuda futebol no Brasil, não se fala “só” de um jogo, mas da própria história do país, emaranhada com a evolução nas quatro linhas do campo. O jornalista e historiador Marcos Guterman mostra a trajetória do futebol no país desde sua chegada da Inglaterra, a formação dos primeiros clubes, os craques, os grandes fracassos, as peculiaridades. O livro narra os acontecimentos do último século no Brasil, mas principalmente mostra como política, economia, sociedade e futebol estão muito mais associados do que costumamos imaginar. Assim, o esporte mais popular do mundo, se lido corretamente, consegue explicar o Brasil.
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